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Justiça indefere ação para que aulas sejam suspensas no RS

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Número de contaminações por Covid-19 superam 990 mil casos na unidade federativa

 

 

O pedido da Associação das Mães e Pais pela Democracia e pelo CPERS-Sindicato para que as aulas presenciais fossem suspensas no Rio Grande do Sul, foi indeferido pela juíza da 1ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, Cristina Marquezan. Na avaliação da magistrada, o Estado saiu da bandeira preta para vermelha pelo Modelo de Distanciamento Controlado. O que permite que as escolas retornem com o ensino presencial.

 

 

Diante do quadro, classificado como “autoritarismo do governo Leite” pelo CPERS-Sindicato, foram divulgadas nesta quarta-feira, 05 de maio, diversas orientações dirigidas aos núcleos educacionais no Estado e à categoria. Os documentos, elaborados pela assessoria jurídica da entidade, demonstram a falta de segurança sanitária nas escolas.

 

 

Isto sem contar que a situação no Rio Grande do Sul permanece preocupante, os números de contaminações por Covid-19 chegaram a 992.471 casos e 25.544 mortes. Sendo que a taxa de ocupação geral de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTIS) está em 82,3%. Ou seja, foi apenas uma canetada do governador Eduardo Leite (PSDB) para justificar o retorno às aulas presenciais.

 

 

 

Uma segunda audiência de conciliação foi realizada, nesta quarta-feira, dia 05 de maio, sobre o retorno das aulas presenciais. A mediação do encontro virtual foi do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc-POA). Participaram representantes do governo estadual, técnicos, CPERS, médicos e outros sindicatos da educação. Debateram sobre as condições para retorno das aulas. No total, foram 45 pessoas, mas não houve consenso, nova audiência foi agendada para o dia 14 de maio.

 

 

 

Confusão para aplicação de segunda dose da Corona Vac em Porto Alegre

 

 

Num dia de muita chuva na capital, houve grande confusão nesta quarta-feira para a retomada da segunda dose da vacina Corona Vac nos postos de saúde. Isto porque haviam cerca de 10,8 mil disponíveis para 60 mil pessoas que aguardam o reforço. As pessoas esperaram por cerca de 5 horas debaixo de chuva. Como foi o caso do sr. Edi Luís Nascimento da Silva, saiu de madrugada de casa, chegou cedo no posto no Bairro Camaquã e às 15h, recebeu a informação que não havia mais vacina disponível.

 

 

No fim da tarde, a campanha foi suspensa pela Prefeitura de Porto Alegre até receber mais doses do imunizante. A previsão é que cheguem mais lotes na sexta-feira, dia 07, segundo a diretora de Atenção Primária à Saúde da Secretaria Municipal de Saúde.

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