Publicidade

Com 1.899 óbitos por Covid-19 nas últimas 24h, Brasil ultrapassa 448 mil mortes neste sábado (22)

  • em



O último boletim do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) indica que o Brasil registrou, nas últimas 24 horas, 1.899 mortes por Covid-19, totalizando, neste sábado (22), 448.208  mortos pela doença. Além dos óbitos, e com números subnotificados, o Conass informa que foram registrados 76.490 novos casos confirmados de infecção nas últimas 24 horas, o aumenta para 16.047.439 o número casos confirmados.

 

 

O consórcio de veículos de imprensa, por sua vez, afirma que 1.764 pessoas morreram de Covid-19 nas últimas 24 horas (entre sexta-feira 21/5 e hoje, sábado, 22), no Brasil, totalizando 448.291 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 1.920. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -8% e indica tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes do vírus.

 

Também informa que o País ultrapassou, neste sábado (22), 16 milhões de casos de infecção. Segundo o consórcio, desde o começo da pandemia, 16.046.501 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 70.345 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 65.127 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +6% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade também nos diagnósticos.

 

Vacina: Bolsonaro ofende a China, mas país asiático mantém compromisso com brasileiros

 

 

De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 57 milhões de doses foram aplicadas até o momento no Brasil. Esse é um número irrisório para o País que vê mais de 450 mil brasileiros morrerem de Covid-19 em 14 meses e continua à mercê da falta gestão pública da pandemia do novo coronavírus pelo governo Jair Bolsonaro (sem partido).

 

Em vez de atua para amenizar a situação, o Presidente da República sempre atuou para piorar o número de mortes. Uma das formas é não se comportar como chefe de Estado e, deliberadamente, atacar, sistematicamente, a China, um dos principais parceiros comercias do Brasil e fornecedor do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA).

 

Neste sábado (22), chegaram, da China, no Rio de Janeiro, os insumos que estavam em falta desde o início de maio para produção de vacinas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Ao comemorar a chegada o IFA no aeroporto do Galeão, o Ministério da Saúde comemorou no Twitter com a informação: “#URGENTE: insumos do exterior para a produção de 12 milhões de vacinas AstraZeneca/Fiocruz desembarcaram neste sábado (22), às 17h54, no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, de onde seguem em direção às instalações da Fiocruz, na capital fluminense.”

 

 

O embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, reagiu, também neste sábado (22), à publicação feita pelo Ministério da Saúde sobre a chegada no país de dois lotes do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) necessário para a produção da vacina Covidshield (Oxford/AstraZeneca/Fiocruz). A Pasta omitiu que o IFA veio da China.

 

 

“Insumos do exterior para a produção de 12 milhões de vacinas AstraZeneca/Fiocruz desembarcaram neste sábado (22), às 17h54, no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, de onde seguem em direção às instalações da Fiocruz, na capital fluminense”, disse o ministério em nota publicada no Twitter.

 

Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid

 

 

A infectologista Luana Araújo desistiu de assumir a Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid. Em nota, o Ministério da Saúde informou que busca perfil técnico e baseado na ciência para o cargo. No discurso, a médica disse como seria o trabalho à frente da secretaria. “Trabalho duro, pautado na tecnicidade, nas evidências científicas, buscando sempre soluções eficientes e adaptadas às nossas vulnerabilidades socioeconômicas de modo a oferecer à população da gente o mais adequado à nossa realidade”, declarou a então secretária. A nomeação de Luana Araújo não chegou a ser publicada no Diário Oficial da União. Mesmo assim, por menos de duas semanas, ela trabalhou informalmente.

 

Segundo apuração do Jornal Nacional, da Globo, a médica divulgou nota, sem dar detalhes sobre os motivos da saída: “Fiz questão de evidenciar minha postura técnica, baseada em evidências, pautada pelo juramento médico que fiz e que norteia todas as minhas atitudes. Vejo a ciência como ferramenta de produção de conhecimento e de educação para a priorização da vida, sempre, como objetivo maior. Saio desta experiência como entrei: pela porta da frente, com a consciência e o coração tranquilos, ciente de que neste curto período entreguei o melhor da minha capacidade de acordo com os princípios que tenho como profissional especialista na área: ética, cientificidade, agilidade, eficiência, empatia e assistência. Protejam-se , vacinem-se e sigamos em frente”.

 

 

O JN disse também que “em um perfil profissional em rede social, Luana Araújo já postou uma mensagem dizendo que a Covid-19 não é uma gripe. Em 2020, o presidente Jair Bolsonaro chamou a Covid de “gripezinha”, minimizando a gravidade da pandemia. A médica também já se posicionou contra o uso de medicamentos sem eficácia comprovada contra a Covid, como a cloroquina e ivermectina, e a favor do isolamento social”.

 

 

 

Covid-19: situação no mundo

 

 

Dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 166 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 16 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por covid-19 no mundo já ultrapassou 3,2 milhões. Por outro lado, mais de 93,9 milhões de pessoas já se recuperaram da doença globalmente.

  • Compartilhe

Deixe um comentário

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *