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Visita de Bolsonaro ao Maranhão vira bate-boca virtual com Dino

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Mais do que pela inauguração de uma ponte de 160 metros entre o Maranhão e o Piauí ou pela entrega de títulos de terra a lavradores em Açailândia, a passagem do presidente Jair Bolsonaro por terras maranhenses, ontem e hoje (20 e 21), foi marcada pelos ataques feitos ao governador do Estado, Flávio Dino pelo principal mandatário do País.

No palanque em Açailândia, trocando a Coréia do Norte pela do Sul, Bolsonaro falou do “ditador gordinho da Coréia do Sul” e do “ditador gordinho da Venezuela” para em seguida perguntar: “quem é o ditador gordinho do Maranhão?”

E, prosseguiu: “O comunismo não deu certo em lugar nenhum no mundo. Não vai ser no Brasil que ele vai dar certo. Quando se fala em Partido Comunista, vocês têm que ter aversão a isso. E mostrar aonde esse regime foi implementado, o que sobrou para o povo? Sobrou a igualdade. Mas a igualdade na miséria, na desesperança, na fome, na tristeza, na destruição de famílias, na destruição das religiões, tudo que não presta simboliza com a palavra que começa com C e termina com A, comunista”.

Para concluir: “O Estado do Maranhão, tenham certeza, brevemente será libertado dessa praga. Como falei no começo, foi em tom de brincadeira, mas é verdade. Só os do partido ficam gordos, o povo emagrece, sofre. Eles não têm o que oferecer a vocês”.

Flávio Dino respondeu a fala presidencial através de sua conta no Twitter: “Bolsonaro anda preocupado com meu peso, algo bem estranho e dispensável. Tenho ótima saúde física e mental. E estou ocupado com vacinas, pessoas doentes, medidas sociais, coisas sérias. Trabalho muito. Não tenho tempo para molecagens, cercadinhos e passeios com dinheiro público”.

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