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Universidades são categóricas em atestar segurança do sistema de votação

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USP, Unicamp e UFPE concluem análise das urnas após estudos. Ministro da Defesa mantém pressão e quer nova reunião com Alexandre de Moraes

 

 

A Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) entregaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) os resultados da análise das urnas eletrônicas, divulgou a Corte nesta quinta-feira (25). As instituições “foram unânimes e categóricas em atestar a segurança e a auditabilidade dos sistemas e dos equipamentos que registrarão os votos”, afirma o tribunal.

 

 

As análises envolvem estudos “aprofundados” sobre os códigos-fonte do sistema eletrônico de votação. O modelo UE2020 da urna eletrônica terá uso pela primeira vez nas eleições 2022. “É sempre bom lembrar que, em nenhum teste de segurança, foi possível alterar o destino e a integridade de uma votação”, diz  o TSE em seu site.

 

 

Ontem, o ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, sugeriu ao ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), outra reunião para conversar sobre “melhorias” na segurança do sistema eleitoral. Eles já tiveram encontro na terça-feira (23). Aparentemente, as demandas do general bolsonarista não terminarão durante o processo eleitoral.

 

 

Segundo a CNN, o objetivo de uma nova reunião é chegar a alguma “convergência” (termo da emissora) sobre um “teste de integridade”.

 

 

Na nota publicada no seu site,  o TSE afirma que os especialistas do Centro de Informática da UFPE e do Instituto de Computação da Unicamp “se debruçaram sobre os códigos-fonte” do sistema por cerca de três meses. O prazo é “consideravelmente” maior do que o que costumava ser feito por pesquisadores fora do TSE.

 

 

Sem problemas nem falhas

 

 

“Os trabalhos da Universidade Federal de Pernambuco não identificaram problemas no funcionamento dos softwares analisados. Muito menos falhas que demandem correções ou alterações na versão do sistema que será utilizado em 2022”, diz a Corte.

 

 

No entanto, o general subordinado a Jair Bolsonaro continua reverberando a vontade do chefe de manter as urnas eletrônicas sob suspeita. Na sabatina no Jornal Nacional na segunda-feira (22), perguntado por William Bonner se respeitaria o resultado da eleição, Bolsonaro foi ambíguo. Deixou viva sua ideia de golpe ao falar em respeito aos resultados das urnas “desde que as eleições sejam limpas e transparentes”.

 




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