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TRT-4 recomenda testagem para trabalhadores da saúde no RS. Dia 3 haverá nova audiência de conciliação.

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Definido novo prazo para apresentação de proposta de testagem para os trabalhadores da saúde gaúchos, no dia 2 de setembro, e a próxima audiência está marcada para o dia 3 às 14h. Resultado da audiência de mediação no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-4),  em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, realizada nesta terça-feira, 25 de agosto. A videoconferência foi presidida pela desembargadora Federal do Trabalho – Ana Luiza Heineck Kruse, integrante da Seção de Dissídios Coletivos do TRT 4ª Região. Na decisão tem prazo até o dia 02 de setembro, para que os representantes da patronal especifiquem a proposta, estabelecendo como serão identificados os trabalhadores sintomáticos e seus contatantes em cada setor de trabalho. E para que seja feita uma análise do que efetivamente será praticado em cada uma das unidades hospitalares. A proposta enviada à Justiça, será avaliada pelas entidades dos representantes dos trabalhadores até a próxima audiência.

 

A briga pela testagem de todos os trabalhadores em saúde é da Federação dos Trabalhadores em Saúde do RS e Sindisaúdes filiados, da CUT RS, SERGS e COREN que ficam alarmados com as alegações sobre a não testagem ampla, principalmente quanto a falta de recursos financeiros e de estrutura. “Como explicar a falta de dinheiro, se nem mesmo o ajuste de reconhecimento e valorização dos trabalhadores estão querendo dar, mas recebem regularmente dos governos federal e estadual a verba extra para o atendimento da COVID-19”, destaca o presidente da FEESSERS, Milton Kempfer.

 

Esta é uma longa batalha feita no Sistema Judiciário com os representantes da Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes e Filantrópicos do RS, FAMURS,  e governo estadual, representado por Tani Ranieri, Chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde  que relatou as ações do programa TESTAR RS, que segundo os representantes dos trabalhadores não atende ao solicitado. Também participou da audiência o assessor jurídico da FEESSERS e da CUTRS, Francisco Scorza.

 

 

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