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Trabalhadores terceirizados na saúde pública do DF estão sem receber o 13° salário

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Às vésperas do natal e em meio ao novo avanço de contaminação do coronavírus, cerca de 900 trabalhadoras e trabalhadores terceirizados na recepção, limpeza, conservação e higienização dos hospitais da rede pública de saúde no Distrito Federal (DF), não sabem quando vão receber o 13° salário.

 

O direito trabalhista já deveria ter sido pago desde o último dia 20 de dezembro pela Empresa Apecê Serviços Gerais, prestadora dos serviços no Hospital de Base e Hospital de Santa Maria, UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Ceilândia, Núcleo Bandeirante, Recanto das Emas, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho.

 

A empresa encaminhou documento ao Sindiserviços-DF, sindicato que representa a categoria, informando que só terá condições de pagar os seus empregados mediante o recebimento das parcelas contratuais atrasadas referentes aos meses de junho, julho, agosto, setembro, outubro e novembro deste ano, devidas pelo IGESDF – Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF, instituição contratada pela Secretaria de Estado da Saúde do DF (SES-DF).

 

Para a direção do sindicato, trata-se de mais um absurdo proveniente da privatização dos serviços públicos essenciais à população, protagonizados pelo Governo do Distrito Federal (GDF).

Mas, o pior de todos os males, reclama os diretores do Sindiserviços-DF, é atingir financeiramente centenas de humildes pais e mães de família e que nada têm a ver com à incompetência das relações comerciais entre a Apecê, o IGESDF e o GDF.

 

Na eminência de uma solução imediata, o sindicato informa que os profissionais terceirizados na recepção, limpeza, conservação e higienização da rede pública de saúde, esperam receber o 13° salário nas próximas horas, para não terem que recorrer à lei da greve, num momento agudo de contaminação do Covid-19.

 

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