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Sinpro-DF se reúne com o MPDFT e debate necessidade de garantias para um retorno presencial seguro na rede pública

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Em resposta à carta enviada pelo Sinpro ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, solicitando a parceria do MPDFT para garantir que a Secretaria de Educação cumpra os protocolos necessários para a volta às aulas presenciais na rede pública de ensino do Distrito Federal, a Comissão de Negociação do sindicato, representada pelos diretores Raimundo Kamir, Rosilene Corrêa, Berenice D’Arc e Cleber Soares, se reuniu na tarde dessa quarta-feira (30) com representantes do Ministério Público para debater o tema tão importante em um momento que, infelizmente, a curva de mortes e infectados continua alto no país.

 

 

Durante a audiência o sindicato se posicionou colocando a importância do retorno presencial, mas, também, de todos os cuidados necessários para receber quase meio milhão de pessoas nas escolas públicas. Para o Sinpro, não basta vacinar os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais, é preciso que as escolas estejam preparadas para receber os(as) alunos(as).

 

 

Há pouco mais de um mês para o retorno presencial, as escolas ainda estão totalmente despreparadas para receber a comunidade escolar, que carece de condições sanitárias adequadas e de proteção no trajeto de casa para a escola. Até o momento praticamente nada foi feito para a instalação de equipamentos de proteção sanitária, ponto que traz grande preocupação tanto para a vida da categoria, quanto para a vida de estudantes, pais e demais profissionais da educação, boa parte delas em total estado de vulnerabilidade.

 

 

Desde o início da pandemia o Sinpro reconhece o prejuízo pedagógico que o conjunto dos estudantes da rede pública de ensino está sofrendo com o formato de aulas remotas, mas também temos alertado para o perigo que é o retorno presencial sem os devidos EPI’s e sem que os profissionais da carreira magistério público do DF tenham sidos vacinados.

 

Ao final da reunião os representantes do MPDFT reconheceram a preocupação com que o Sinpro tem tratado o tema, e colocam a importância de continuar este diálogo na busca por soluções conjuntas para o grande problema que estão passando a Educação e o Brasil, colocando como imprescindível um retorno às aulas com as condições de segurança necessárias.

 

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