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São Luis convive com lockdown tropical

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No terceiro dia de lockdown na ilha de São Luís (completado hoje, 7), a tendência que se verificara ontem se manteve: ruas e avenidas quase sem movimento no centro da cidade e nos bairros de classe média e movimento de populares e de veículos nos bairros da periferia e nos aglomerados urbanos dos três outros municípios da ilha (São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa).

 

A inauguração de uma loja de supermercado de uma rede nacional que está se instalando na capital maranhense deu conta da fragilidade do lockdown, uma vez que uma multidão de pessoas acorreu ao evento. A ocorrência de cenas de pessoas amontoadas, sem manter o mínimo da distância recomendada nestes tempos de covid-19, voltaram a acontecer.

 

O governador Flávio Dino, que nos dois primeiros dias de lockdown havia feito um balanço positivo da medida e elogiado a compreensão da população, disse hoje que as novas medidas restritivas “são um retumbante sucesso”, mas acrescentou que não se pode esperar “um lockdown europeu” no Maranhão. E concluiu: “As pessoas têm dificuldade se trabalho, de moradia, e nós precisamos ter senso de proporcionalidade. Saber o que é possível fazer”.

 

O lockdown foi decorrente de medida judicial, acatada pelo Executivo estadual. Iniciou no último dia 5 e deve se estender até o próximo dia 14, afetando cerca de 1,4 milhão de pessoas que vivem nos quatro municípios da ilha da capital.

 

  • com informações de Machado do Maranhão
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