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RS – Trabalhadores vão pressionar parlamentares para votarem reajuste do salário mínimo regional

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Centrais sindicais gaúchas pressionam para que os deputados votem pelo reajuste de 4,5% do salário mínimo regional. Os trabalhadores querem reverter a decisão dos parlamentares da base do governador Eduardo Leite, que deverão votar contra. E manter o valor do mínimo congelado, sem reajuste da inflação. A previsão é que a proposta seja apreciada nesta quarta-feira, 14 de outubro na Assembleia Legislativa.

 

A Federação do Comércio de Bens e Serviços do Rio Grande do Sul (Fecomércio), da Indústria (Fiergs) e da Agricultura (FARSUL) reclamam que se derem reajuste terão que demitir. O que é rebatido pela CUT-RS em nota conjunta com demais centrais. “As empresas que se encontram em dificuldades, a legislação permite por meio da Lei 14.040/20, a possibilidade de suspensão do contrato e de redução de 25% a 75% dos salários, além de suspender e parcelar o FGTS em seis vezes e adiar o pagamento do INSS patronal.

 

O espantoso e absurdo, é que as mesmas entidades patronais que pressionam para acabar com o Mínimo Regional e para não conceder aumento, são as que representam aqueles que nos últimos 12 meses reajustaram em 20,64%  a cesta básica,  consumida por esses trabalhadores que irão ter reajuste zero”, reforça a nota.

 

O salário mínimo regional beneficia mais de 1,3 milhão de trabalhadores, como domésticos, rurais e de serviços.

 

 

Em frente à Assembleia Legislativa, centrais sindicais pressionam para que deputados aprovem reajuste do salário mínimo regional  / Crédito – Marcus Perez/CUT-RS

 

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