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RS registra, pela primeira vez, mil pacientes internados em UTI e governo decreta bandeira preta

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Desde o início da pandemia da Covid-19, é a primeira vez que o Rio Grande do Sul registra mil pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIS), segundo o painel da Secretaria de Saúde do RS, nesta sexta-feira, 19 de fevereiro. Ainda de acordo com o levantamento, cinco hospitais chegaram nessa situação, em Porto Alegre, são eles o Instituto de Cardiologia, Ernesto Dornelles, Moinhos de Vento, Porto Alegre e Independência.

 

O Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) suspendeu as cirurgias eletivas, procedimento que deve ser adotado no Moinhos de Vento, devido à superlotação. A mesma situação também é verificada nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAS).

No município de Canoas, a Prefeitura confirmou na quarta-feira, dia 17, mais 452 novos casos de Covid-19, passando para 23.107 notificações. As mortes na cidade chegaram a 607. No Litoral Norte, a taxa de ocupação de UTIS voltou a subir nesta quinta-feira, dos 62 leitos disponíveis, 57 estavam preenchidos.

 

A diretora do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) Nadine Clausell, em entrevista à Rádio Gaúcha nesta quinta-feira, disse que estes quadros ainda não refletem as aglomerações registradas no Carnaval, portanto é possível que a situação piore. É o que também projeta o diretor do Departamento de Regulação Estadual de Leitos, Eduardo Elsade. Ressalta que este “é pior momento da pandemia”. As redes privadas e pública do Rio Grande do Sul possuem 2.684 leitos de UTI, dos quais 2.151 estão ocupados.

 

 

 

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