O militante do Partido dos Trabalhadores (PT), Rodrigo Pilha, detido na quinta-feira (18) por estender uma faixa chamando o presidente Jair Bolsonaro de genocida, foi transferido, nesta sexta-feira (19), para o Complexo Penitenciário da Papuda.

 

 

A advogada do militante apresentou habeas corpus nesta manhã.

 

 

Segundo apuração feita pela Revista Fórum, a expectativa é a de que o habeas corpus saia ainda nesta sexta-feira, mesmo dia em que a Polícia Federal decidiu transferir o militante para a Papuda.

 

 

 

O deputado federal Alencar Santana Braga (PT-SP), que acompanha o caso, confirmou à Fórum sobre a transferência.

 

 

 

Pouco depois da soltura de Pilha e outros quatro manifestantes que haviam sido presos com base na Lei de Segurança Nacional (LSN), ele voltou a ser detido ainda na quinta-feira (18).

 

 

 

 

Alencar explicou à Fórum que Pilha havia sido condenado por desacato com uma pena restritiva de direitos, o que o ativista não sabia. Segundo Alencar, Pilha não foi encontrado na época em razão de uma mudança de endereço. Com isso, o juiz do caso decidiu transformar em uma pena de restrição de liberdade (detenção).

 

 

 

“Acreditamos que conseguiremos uma ordem de soltura o mais breve possível”, afirmou Santana ainda na quinta.

 

 

Informações difundidas pelo deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) dão conta de que a condenação por desacato

 

Reprodução da Revista Fórum