O ex-senador e ex-governador do Paraná, Roberto Requião, anunciou, neste sábado (31), pelas redes sociais, sua saída do Movimeto Democrático Brasileiro (MDB). “O MDB do Paraná foi tomado pelo ratinho e pelo Bolsonaro. Sou sério, estou fora!”, escreveu o ex-parlamentar.

 

 

Fundador do MDB, ela já havia manifestado anteriormente a intenção de disputar novamente o governo do estado do Paraná. No início deste ano, manifestou a intenção de concorrer novamente ao governo do Paraná em 2022. Em seu blog, Esmael Morais relata que o ex-governador Roberto Requião “vive seu ‘luto’ com a perda do MDB, pois anunciou que deixará a sigla depois de 40 anos de filiação. Nesse momento especial, no entanto, PT, PDT e PSB, dentre outras agremiações, se solidarizam com Requião”.

 

 

Ele também publicou a declaração que presidente do PT e deputada federal (PR), Gleisi Horffmann, fez a Requião: “Você combateu e combate a boa luta”.

 

 

“Esses do MDB que te venceram hoje não têm compromisso com o povo, mas com os próprios interesses”, completou a dirigente petista, que, então, alentou: “Fique certo que não te faltará trincheira para ser candidato ao governo do Paraná”. O presidente do PT do Paraná, deputado Arilson Chiorato, também se manifestou sobre a perda de Requião:

 

 

O presidente do PT do Paraná, deputado Arilson Chiorato, também se manifestou sobre a perda de Requião:

 

 

O PT sonha filiar o ex-emedebista para disputar as eleições de 2022, no entanto, outras agremiações igualmente desejam Requião.

 

 

“Venha pro PSB”, convidou a deputada Lídice da Mata (PSB-BA).

 

 

Requião vive seu luto antes de voltar para a luta, na semana que vem. Ele disse que perdeu uma batalha, mas não a guerra. Seu objetivo estratégico continua sendo o Palácio Iguaçu, em 2022. O partido é apenas uma ferramenta de participação política, repetiu hoje após perder o partido que fundou no Paraná no início da década de 80.

 

 

A perda de Requião, o MDB, chocou os partidos de esquerda e deixou pasmos os da direita.

 

 

 

Do Blog do Esmael Morais, 247 e redes sociais de Roberto Requião