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Rejeição a Bolsonaro cresce cinco pontos, para 59%; outros 53% reprovam trabalho do governo

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Na semana em que o presidente Jair Bolsonaro (ex-PSL) derruba ministro para ceder ao centrão e insiste, juntamente com o vice-presidente Hamilton Mourão, em comemorar uma tragédia da história do Brasil denominada ditadura militar, ao site Poder 360 realiza pesquisa de opinião e descobre que a rejeição à dupla aprofunda.

 

 

Nova pesquisa nacional PoderData realizada, entre segunda (29) e quarta-feira (31), com 3.500 pessoas indica que o momento ruim ainda não passou para Jair Bolsonaro.

 

As taxas de desaprovação ao governo e ao trabalho do presidente seguem em alta. No caso da desaprovação ao governo vai a 59% e, 53% dos entrevistados rejeitam o trabalho de Bolsonaro.

Mas a proporção dos que seguem fiéis ao titular do Palácio do Planalto se mantém estável, na faixa de 1/3 do eleitorado: 26% aprovam presidente e 33% seguem dando apoio ao governo federal

 

A nova pesquisa PoderData, divulgada na noite desta quarta-feira (31), revela crescimento na rejeição a Jair Bolsonaro e na reprovação ao trabalho do governo federal.

 

 

O governo Bolsonaro é hoje rejeitado por um recorde de 59% dos eleitores: um crescimento de cinco pontos, em comparação aos 54% da pesquisa de duas semanas atrás. Essa é a taxa mais alta registrada desde o início da pandemia por esse levantamento.

 

 

A avaliação negativa do trabalho de Bolsonaro manteve-se estável, num nível alto. A proporção dos que consideram a atual gestão “ruim ou péssima” passou de 52% para 53% (oscilação dentro da margem de erro) no período de 15 dias. Os que consideram o trabalho “bom ou ótimo” somam 26% (ante 24% no levantamento anterior).

 

 

Por outro lado, o percentual dos que seguem fiéis ao político segue estável, na faixa de 1/3 do eleitorado. Os que aprovam o governo Bolsonaro eram 32% há duas semanas e agora são 33%, o que indica estabilidade.

 

 

O que explica o aumento na rejeição é a redução expressiva dos que dizem não saber responder, hoje em 8% – contra 14% há 15 dias.

 

A pesquisa foi feita em meio ao clima político tenso no País, quando foram demitidos seis ministros do governo, entre eles o da Defesa, Fernando Azevedo, que culminou na demissão coletiva dos três chefes das Forças Armadas pela primeira vez na história do Brasil.

 

Com informações do site Poder360 e 247

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