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“Quem é esse tal de mercado que dá tanto palpite?”, questiona Lula durante entrevista com Reinaldo Azevedo

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Há dezenas de temas que poderiam iniciar esta matéria sobre a entrevista que o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, deu a Reginaldo Azevedo, nesta noite de 1º de abril, contudo, o que mais chamou atenção foi o fato de que na entrevista havia 279 mil espectadores, já na live que Jair Bolsonaro faz toda quinta-feira, 15 mil. No YouTube do É da Coisa, o registro de 1.167.426 visualizações. Enquanto a live de Bolsonaro, 18.851.

 

 

O número de espectadores simultâneos na transmissão direta pelo YouTube e depois da entrevista revelou como a sociedade brasileira está ansiosa para ouvir o ex-presidente. Mostra também que as tentativas dos grupos de direita e extrema-direita do Brasil de calar o ex-Presidente tem sido um fracasso. Fora isso, a entrevista que Reinaldo Azevedo fez com Lula no programa O É da Coisa, na BandNews FM foi uma oportunidade para Lula falar, em 1h20, sobre vários temas, como Lava Jato e ex-juiz Sérgio Moro, governo de Jair Bolsoanro, pandemia do novo coronavírus e defender legado dos seus governos e dos da ex-presidente Dilma Rousseff. E dizer que há saída para a pandemia do novo coronavírus e que ela passa pelo auxílio de R$ 600.

 

 

Ele defendeu a união para garantir vacinas e apoio a pequenos empresários: “O Estado tem condições”, garantiu. Outra observação é que a entrevista foi a prova de que se pode e deve ter diálogos respeitosos e até confluentes entre esquerda e direita no Brasil.”Um diálogo onde, portanto, o interesse público e a conjuntura do país ficaram à frente das divergências”, diz a mídia.

 

 

Ainda segundo análise preliminar divulgada na mídia, a entrevista foi uma espécie de de “bate-pronto” ao manifesto dos “Seis do Centro” que, deliberadamente, excluiu o ex-presidente Lula.
Reinaldo, um dos mais ferrenhos adversários do PT, com uma coleção imensa de desaforos e condenações a Lula, não deixou que isso passasse sobre a situação de crise do País e sobre as imposições da ordem democrática.

 

 

Na opinião do ex-Presidente da República, “o Estado deve e tem condições de ampliar os investimentos para que o Brasil supere a pandemia de Covid-19 e possa recuperar a economia. E a primeira ação deve ser a oferta de um auxílio emergencial de R$ 600, aliada à vacinação em larga escala e à ajuda aos micro e pequenos empresários”, assegurou.

 

 

“Espero que o Bolsonaro esteja assistindo, para o Bolsonaro saber que não tem jeito este país se não houver um salário emergencial de R$ 600 até terminar esta pandemia. E que esta pandemia só vai terminar quando tiver vacina para todo mundo. Então, deixe ser ignorante, presidente. Pare de brigar com a ciência, pare de falar para os seus milicianos. Fale para 220 milhões de pessoas. Quando tiver vacina para todo mundo, todo mundo vai voltar a trabalhar, e a economia pode voltar a crescer. E o Estado tem condições de fazer financiamento”, disse.

 

 

Clique no link, a seguir, e ouça a entrevista completa. Ou , em seguida, pode também assistir pelo YouTube

 

 

 

 

 

 

 

 

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