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Queiroga defende volta às aulas presenciais sem professores imunizados

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defendeu a volta às aulas presenciais sem que os professores estejam vacinados. Ele disse que os professores não precisam esperar a segunda dose de vacina contra Covid-19 para retomar as aulas presenciais e quer que esse retorno aconteça no começo do 2º semestre de 2021.

 

 

“Estamos há mais de um ano sem aulas. Já distribuímos doses aos professores de atenção básica. No meu entendimento, não é fundamental que todos os professores estejam imunizados com duas doses para o retorno às aulas”, opinou Queiroga na Comissão Especial da covid-19 no Senado. Na verdade, o País não está sem aulas, como disse o ministro. Todos os professores da ativa que dão aula na rede pública de ensino estão ministrando aulas remotas diariamente.

 

 

O ministro completou dizendo que, para fazer esse retorno das aulas em breve, é necessária uma estratégia de identificação dos casos positivos através de testes. “Com a estratégia adequada de testagem, podemos compatibilizar o retorno das aulas com a identificação dos casos positivos e, a partir daí, ter, já no segundo semestre, o retorno de aulas”.

 

 

Mas Queiroga também admitiu que o Brasil tem feito poucos testes. “O Brasil testou pouco, e, em função disso, nós não tivemos uma política mais apropriada de isolamento dos casos positivos, bem como dos seus contactantes”.

 

 

Mais cedo Queiroga estimou que até o final de setembro toda população adulta do Brasil estará vacinada com, pelo menos, a 1ª dose. Assim a expectativa é imunizar toda população com 2ª dose até o final do ano.

 

 

Por enquanto o Brasil tem 24.280.894 pessoas vacinadas com a 2ª dose. Isso representa 11,47% da população. E até agora 63.187.356 pessoas tomaram apenas a 1ª dose da vacina contra covid-19. Essa quantidade representa 29,84% da sociedade. Os dados são do consórcio de veículos de imprensa.

 

 

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