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PSOL e Benedita da Silva exigem explicação do governador do Rio sobre massacre no Jacarezinho

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O PSOL, junto com a deputada federal Benedita da Silva (PT) e a presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Dani Monteiro, pediram à Procuradoria-geral de Justiça do Rio e o governador do Estado explicação sobre a operação realizada na comunidade do Jacarezinho, que resultou na morte de 25 pessoas.

 

“Não há vencedores nessa guerra insana, que é a única política de segurança pública do Rio de Janeiro. Temos a polícia que mais mata e mais morre, e em que avançamos até aqui? Reduzimos o poder do narcotráfico? Diminuímos a quantidade de homicídios? O Rio está mais seguro?”, perguntam os deputados.

 

Hoje (6/5) moradores foram baleados dentro de suas casas, vítimas foram feridas no trem, famílias viveram o terror quando saíam de casa para trabalhar e 25 pessoas perderam a vida, dentre elas o policial civil André Frias.

 

“Não vamos tirar os nossos jovens do crime na base do tiro. Eles estão morrendo, gerações estão se perdendo e famílias sendo destruídas. O Rio precisa mudar e ter uma política de segurança inteligente e eficaz, que respeite a vida dos moradores das favelas e dos policiais”, disseram os deputados.

 

O vereador Lindbergh Farias, em sua página na rede social, cobra do governador Cláudio Castro (PSC) responsabilidade pela operação desastrada no dia de hoje. “Ontem (5/5) o governador esteve com Bolsonaro e eu espero que não estejamos de volta com a política do tiro na cabecinha da época do Witzel. Essa chacina de hoje precisa ser investigada. Não podemos aceitar isso, é uma guerra contra o povo pobre, negro e da favela. O vereador Carlos Bolsonaro na sessão da Câmara dos Vereadores foi contra o minuto de silêncio em respeito à vida e aos mortos. É revoltante”.

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