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Prosseguem as buscas pelos dois bombeiros desaparecidos no incêndio da SSP-RS

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Prosseguiram, neste sábado (17),  as buscas aos dois bombeiros desaparecidos no incêndio ocorrido na noite de quarta-feira (14). Deroci de Almeida da Costa, 46 anos, primeiro tenente, e,  Lúcio Ubirajara de Freitas Munhós, 51 anos, segundo sargento, atuavam no combate ao fogo que consumiu e desabou o prédio da Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul. O prédio de nove andares ficou destruído totalmente.

 

 

No local, funcionavam estruturas administrativas do Departamento de Trânsito (Detran), Instituto Geral de Perícias (IGP), Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe) e o gabinete da Secretaria de Segurança Pública. Além dos serviços do Departamento de Comando e Controle Integrado (DCCI), com monitoramento de câmeras, e o atendimento do Serviço 190. Esse dois últimos foram transferidos, ainda na quarta-feira à noite, para o 9º Batalhão da Brigada Militar.

 

 

Equipes do IGP continuam no trabalho de análise externa do prédio com o auxílio de um drone, com o qual têm capturado imagens das ruínas. Com esse material será possível analisar as partes mais prejudicadas pelo fogo e entender como ocorreu o desabamento.

 

 

Os peritos criminais também acompanham depoimentos de testemunhas ouvidas pela Polícia Civil (PC). Entre eles, quatro servidores da Susepe que tentaram apagar o fogo com extintores de incêndio, o qual iniciou no quarto andar. Eles não conseguiram debelar o fogo e saíram do prédio.

 

 

O local ainda está sob a custódia do Corpo de Bombeiros Militar do RS (CBMRS). Na parte interna da estrutura, a perícia será realizada somente quando não houver mais risco de desabamentos, conforme informou  Heloisa Kuser, diretora-geral do IGP.

 

O comandante do CBM César Eduardo Bonfanti, o prédio não possuía sprinklers (chuveirinhos). “Na época da construção, não havia a exigência desse sistema. A legislação isenta esses prédios mais antigos de terem esse tipo de aparelho, ao contrário dos prédios mais modernos”, explicou.

 

 

O Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndio do prédio (PPCI) estava em fase de execução. Havia uma empresa contratada por seis meses para desenvolver este trabalho que ainda estava no segundo mês de desenvolvimento do plano.

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