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Professores protestam contra o retorno das aulas presenciais no Dia do Professor na sede do governo gaúcho

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As sinetas voltaram a tocar na frente do Palácio Piratini, sede do governo gaúcho no Dia do Professor, nesta quinta-feira, 15. Agora, pelo respeito à vida e a saúde.

 

Educadores, mães, pais, alunos e representantes da CUT e de outras centrais, protestaram contra o retorno das aulas presenciais, em frente à sede do governo estadual. Também foram realizados atos nas sedes das Coordenadorias Regionais de Educação em diversos municípios do rio Grande do Sul.

 

A previsão é que as aulas retornem dia 20 no Ensino Médio e Técnico, dia 28 de outubro, seriam os anos finais do Ensino Fundamental.  No dia 12 de novembro retornariam as aulas nas etapas iniciais do Ensino Fundamental.

 

Foi entregue um Termo de Responsabilidade para representantes da Casa civil dirigido ao governador Eduardo Leite (PSDB). O documento, organizado pelos representantes do CPERS-Sindicato indica que o chefe do Executivo se responsabilize pela vida dos professores e estudantes. “Entregamos o termo e acreditamos que o governador vá assinar, já que ele afirma ser seguro voltarmos às escolas. Se não assinar, estará assumindo que não há segurança para nos mandar de volta às salas de aula”, explica a presidente do CPERS-Sindicato, Helenir Schürer.

 

 Ato no Dia do Professor, em frente à sede do governo gaúcho, o Palácio Piratini nesta quinta.
No detalhe, Termo de Responsabilidade entregue para representantes da Casa Civil, dirigido ao gov. Eduardo Leite.
Foto de Caco Argemi/CPERs-Sindicato

 

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