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Privatização da Eletrobrás é lesa-pátria

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Por que o governo Jair Bolsonaro tem tanta pressa em privatizar as empresas estratégicas nacionais, transformar o Brasil em neocolônia de países imperialistas e acabar com empresas, como a Petrobras, que está sendo vendida, criminosamente, de forma fatiada, e a Eletrobras, que também foi posta roda da privataria?

 

Por que o governo Bolsonaro é contra a autonomia do Brasil na produção de sua própria energia? Por que ele quer entregar o comando de um bem primordial para a vida do País a empresas estrangeiras, banqueiros e outros países? Por que Bolsonaro e os políticos que votam na privatização das empresas brasileiras, todas estratégicas, trabalham contra a independência, a soberania e o desenvolvimento do Brasil e de seu povo?

 

 

Você já se perguntou sobre tudo isso e também o que tudo isso tem a ver com sua vida? Se ainda não, assista o Tecendo o Amanhã. As respostas estão aqui.  Os jornalistas Beto Almeida, Moysés Corrêa e César Fonseca explicam o desmonte da Eletrobras, revelam quem são as pessoas, empresas e países interessados nesse desmanche, comentam sobre a privatização da água via entrega da Eletrobras e, dentre outros resgates históricos, mostram o protagonismo do Estado do Paraná na construção da empresa de energia e tentam levantar uma “ira santa” a partir daqui para impedir o total desmanche da soberania nacional pela privatização da energia.

 

 

Na edição dessa segunda-feira (31/5), eles entrevistaram Nelton Friedrich, ex-deputado constituinte, ex-diretor da Itaipu Binacional, ex-secretário de Estado de Energia do Paraná. O Paraná tem uma experiência importante na construção da soberania do Brasil. “Nada melhor do que retomar a memória e a história do Brasil. Foi em janeiro de 1954, que o presidente Getúlio Vargas (PTB) defendeu, durante um comício realizado num local em que hoje é conhecido como Boca Maldita, em Curitiba, a criação da Eletrobrás”, destaca Beto Almeida.

 

 

Ele  conta que na, na manhã daquele dia, Vargas havia assinado o projeto de lei de criação da Eletrobrás, apesar da pressão estrangeira e do frenesi do empresariado brasileiro contra essa construção. No dia do comício, o presidente Vargas teria dito ao então governador do Paraná, acerca do PL da Eletrobrás: “Eu tenho a sensação, governador, de que eu assinei hoje o meu atestado de morte”. Em agosto, ele se suicidou. O projeto de demolição da soberania é antigo e conta com o trabalho criminoso de políticos prepostos de empresários nacionais e estrangeiros que tratam o Brasil como seu próprio negócio.

 

 

 

Hoje, cá estamos nós “discutindo a privatização da Eletrobrás. Isso é um crime de lesa-pátria e temos de criar barreiras para que isso não aconteça”.

 

 

 

 

 

 

 

O programa

 

 

O Tecendo o Amanhã é um programa parceria entre os canais comunitários de televisão do Rio de Janeiro (canal 6), Brasília (canal 12), Curitiba (canal 5), Belo Horizonte (canal 6) e Recife (canal 7). Conta também com a participação da Rádio Manawa – a voz da resistência. Manawa.com.br

 

A equipe

 

Beto Almeida, Moysés Corrêa e César Fonseca são editores e entrevistadores do Tecendo o Amanhã, que vai ao ar todo dia às 17h pelos canais comunitários, no YouTube e nas redes sociais. César Fonseca é editor do site Independência Sul Americana. Além de diretor da Telesur e da TV Comunitária de Brasília, o jornalista Beto Almeida é conselheiro do Jornal Brasil Popular, editor e apresentador do programa Latitud Brasil, da Telesur, que promove o debate político, econômico, social, cultural do Brasil na América Latina e em outros países aos sábados, às 13h30, e também na grade da programação da TV Comunitária de Brasília.

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