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Principais resultados do governo Bolsonaro: desemprego, fome, doença e morte

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A melhor forma de avaliar o governo Jair Bolsonaro (sem partido), após 2 anos e 2 meses de mandato, é analisar indicadores sociais e econômicos da realidade brasileira no período. Um desses indicadores, de extrema importância na vida da população, é a taxa de desemprego, que fechou 2020 em 13,5%, atingindo a vida de nada mais nada menos do que 13,4 milhões de brasileiros e brasileiras.

 

Em parte, pode-se dizer que isso se deve à pandemia do novo coronavírus, que causou redução de consumo e de gastos em transportes, entre outros. Mas, na verdade, a grande e principal culpada desse resultado desastroso é a incompetência do governo federal em implantar medidas que ajudariam a diminuir o impacto da pandemia, como programas de geração de trabalho e renda, com investimentos em obras de infraestrutura e em serviços. Isso foi feito por vários países da Europa. Mas a palavra de ordem desse governo de tragédia é “cortar gastos! Empregar, jamais!”.

 

 

Além de não gastar para gerar trabalho e renda, propõe cortar ainda mais os gastos em saúde e educação, elementos fundamentais para o desenvolvimento do País. Ao não gastar nem para implantar medidas para gerar emprego e renda, também resolveu adiar o quanto pode o auxílio emergencial para a população pobre e miserável. Esse auxílio, que conseguiu fazer com que o ano de 2020 fosse um pouco menos desastroso, deixou de ser pago a partir de janeiro deste ano. E, até agora, nada sobre o futuro dessa medida humanitária! Sem emprego, sem renda, parte do povo brasileiro está passando fome. A cena de pessoas catando restos de comida nas latas de lixo passou a fazer parte da paisagem cotidiana deste País, depois de ter sido banida há uma década. Infelizmente!

 

A pandemia do novo coronavírus, por sua vez, não diminuiu o seu ritmo de contágio e morte. Mais de 10 milhões de pessoas já tiveram a doença e quase 300 mil mortos é o saldo até agora. O governo Bolsonaro, desde o início da pandemia, resolveu levar o descrédito à doença e suas consequências. Não comandou o processo de combate à pandemia, como fizeram todos os países (exceto Brasil e EUA). Produziu uma enorme fábrica de fake news, com mentiras sobre o isolamento social, o tratamento precoce, as máscaras, as vacinas e a gravidade do elevado número de mortes, chegando a dizer com frequência que “todo mundo morre, e daí?”

 

O Brasil, por causa da forma de atuar do seu presidente, tornou-se objeto de piada na Europa e nos EUA. É um dos poucos países que mais tem restrição de voo de avião para os demais países por causa dos indicadores de coronavírus e do aparecimento de uma variação de maior contágio e letalidade, que surgiu por causa da incompetência e sabotagem do governo federal.

 

Se não fosse a atitude da maioria dos governadores, que estão agindo como gestores, como pessoas responsáveis, a situação estaria ainda pior. Temos de tirar esse genocida do poder o quanto antes. De preferência, bem antes que ele acabe de vez com o País!

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