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Precisa-se de ciência para vencer o vírus

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Desde criança fazemos perguntas para entender os fenômenos. Não existem respostas prontas, é preciso investigar o porquê dos fenômenos para poder explicá-los e intervir nos mesmos. O papel da ciência é o de não se satisfazer com o senso comum e o de buscar saber mais e melhor.

 

Diante do Covid-19 ainda não sabemos tudo. Cientistas do mundo inteiro se debruçam sobre o tema. No Brasil já decodificaram seu DNA. É o primeiro passo para encontrar remédio e vacina. Isto se faz com investimento em laboratórios equipados e em pessoal capacitado para investigar, perguntar com fundamento, buscar alternativas.

 

Uma Universidade sucateada, professores mal remunerados ou sobrecarregados e estudantes sem condições e bolsas de estudo não podem fazer avanços no conhecimento do vírus. Assim, quem sai prejudicada é a população que fica à mercê de charlatães, de falsas notícias, de aventureiros que, com informações e atitudes irresponsáveis, aumentam os riscos de contaminação.

 

As universidades são instituições de pesquisa, de produção de conhecimento, de ensino ou transmissão do saber e também de difusão do conhecimento. Quanto mais o governo Bolsonaro brigar com a ciência e as universidades, mais difícil e distante se fica para o enfrentamento do Covid-19.

 

Esse descaso do governo leva à falta de respostas fundamentadas para se combater a pandemia com a consequência de mais infecções e mais mortes.

 

A hora é de retomar os investimentos e a confiança nas nossas instituições de pesquisa e ensino, dentre as quais as universidades, os centros de estudos e os laboratórios. É preciso também o apoio do Legislativo e do Judiciário para a ciência. Só assim podemos ganhar a guerra contra o vírus.

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