Para Leandro Raca e Danyelle Galvão, responsáveis pela defesa de Macena, “o tribunal repôs a verdade após amplo uso político da condenação dissociada das provas dos autos, nas eleições de 2016 e 2018”

Em agosto de 2019, Haddad e Macena foram condenados pelo crime de caixa 2 em primeira instância. Na ocasião, o juiz Francisco Carlos Inouye Shintate, da 1ª Zona Eleitoral, sentenciou Haddad sob o entendimento de que a UTC Engenharia doou R$ 2,6 milhões não contabilizados. A promotoria acusava ainda a campanha do petista de deixar “de contabilizar valores, bem como se utilizou de notas inidôneas para justificar despesas”. No entanto, a decisão acabou reformada pelo tribunal por falta de provas. Eles foram absolvidos também de outros crimes, como os de lavagem de dinheiro e de formação de quadrilha.

 

 

 

A pena para Haddad era de 4 anos e 6 meses de reclusão em regime semiaberto, além de 18 dias-multa no valor de um salário mínimo. Após recurso, o TRE-SP destacou a inexistência de provas e reformou a sentença. “A decisão põe fim a uma grande injustiça, que lançava uma sombra injusta sobre a integridade do ex-prefeito, que sempre pautou sua conduta pelo cumprimento da lei. A denúncia alegava a inexistência de materiais de campanha, comprovadamente produzidos, por gráficas que atuaram para mais de 20 partidos políticos. A acusação era insustentável”, afirmam Pierpaolo Bottini, Fernando Neisser e Tiago Rocha, advogados de Haddad.

 

 

Para os advogados de Fernando Haddad, Pierpaolo Bottini, Fernando Neisser e Tiago Rocha, a absolvição acaba com uma grande injustiça. “A decisão lançava uma sombra injusta sobre a integridade do ex-prefeito, que sempre pautou sua conduta pelo cumprimento da lei. A denuncia alegava a inexistência de materiais de campanha, que foram comprovadamente produzidos, por gráficas que atuaram para mais de 20 partidos políticos. A acusação era insustentável”, diz a defesa.

 

 

Para Leandro Raca e Danyelle Galvão, responsáveis pela defesa de Macena, “o tribunal repôs a verdade, após amplo uso político da condenação dissociada das provas dos autos, nas eleições de 2016 e 2018”.

Com informações do Estadão e Conjur