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PIB perde força, confirma desaceleração e estaciona no terceiro trimestre

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Do segundo para o terceiro trimestre, variação foi de 0,4%, segundo o IBGE. Em 12 meses, 3%

 

O Produto Interno Bruto (PIB) variou 0,4% do segundo para o terceiro trimestre. Na comparação com igual período de 2021, sobe 3,6%. No acumulado do ano, cresce 3,2% e em 12 meses, 3%. Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira (1º) pelo IBGE. Em valores correntes, o PIB soma R$ 2,544 trilhões. A taxa de investimento foi de 19,6% do PIB (19,4% no ano passado) e a taxa de poupança atingiu 16,2% (17,2%).

 

 

O dado trimestral fica basicamente em linha com o previsto, mostrando desaceleração da economia. A forte alta dos juros representou um dos impactos. Que talvez não tenha sido pior porque, entre outros fatores, o governo “abriu o cofre” no segundo semestre para tentar sua reeleição – sem sucesso.

 

 

Assim, analistas revisaram estimativas e preveem alta próxima de 3% neste ano. O que fecharia um período de resultados fracos, na média, no atual governo, que registra 1,2% em 2019, -3,3% em 2020 e 5% em 2021 (dados revisados).

 

Serviços crescem, agro cai

 

Entre os setores, do segundo para o terceiro trimestre os serviços avançaram 1,1% (-0,1% no comércio) e a indústria, 0,8% (1,1% na construção). Já a agropecuária recuou 0,9%. A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador de investimento, cresceu 2,8%, enquanto o consumo das famílias subiu 1%. Exportações aumentaram 3,6% e importações, 5,8%, também na comparação com o segundo trimestre.

 

 

Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, a agropecuária cresceu 3,2% e a indústria subiu 2,8%, sendo 6,6% na construção e 1,7% no setor de transformação. Os serviços têm alta de 4,5%. A FBCF aumentou 5% e o consumo das famílias, 4,6%. Novamente, importações (10,6%) subiram mais que exportações (8,1%).

 

 

Resultados revisados do PIB

 

Na soma dos quatro últimos trimestres, até setembro, os serviços sustentam a alta, com 4,4% de expansão. A indústria varia 0,8% e a agropecuária cai 1,3%. O consumo das famílias cresce 3,7% e a FBCF avança 0,8%. Exportações sobem 3,5%, enquanto importações têm pequena variação positiva, de 0,4%.

 

 

Como faz periodicamente, o IBGE revisou – para cima – os resultados dos dois primeiros trimestres de 2022. Agora, o PIB cresce 2,4% no primeiro período e 3,7% no segundo.

 

 

Leia também: Brasil precisa mudar a política do “teto de gastos” para a economia voltar a crescer

 

Foto da capa: Do segundo para o terceiro trimestre deste ano, agropecuária caiu, indústria e serviços cresceram, mas comércio ficou praticamente estável




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