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Parlamentares e magistrados discutem formação de grupo para defender o Supremo Tribunal Federal dos ataques de Bolsonaro

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Senadores críticos ao governo Jair Bolsonaro (PL) e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se encontram em um jantar promovido pela senadora Kátia Abreu (PP-TO), na última quarta-feira (11), em Brasília, e discutiram a formação de um grupo em defesa do STF, segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo.

 

Parte dos parlamentares avançou na ideia de criar um grupo em defesa da democracia e da Corte, em razão dos ataques constantes a ministros do STF por parte de Bolsonaro e aliados nos últimos anos.

 

Além dos senadores que lideram a iniciativa, como Renan Calheiros (MDB-AL), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Marcelo Castro (MDB-PI), Jaques Wagner (PT-BA), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Kátia Abreu, também estavam presentes no jantar os ministros do STF Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski.

 

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), também estava presente e senadores defendem que a iniciativa tem que contar com a coordenação institucional dele, devido à sua posição.

 

“Um grupo de senadores fez conversas com vários ministros do STF e com o presidente do Senado, algumas vezes, sobre a necessidade de institucionalmente defendermos a democracia, a Constituição e a separação dos Poderes”, diz o senador Renan Calheiros, segundo o jornal.

 

“Continua o terror institucional e não podemos deixar o STF sozinho, já que o presidente da Câmara [Arthur Lira, do PP, seu antagonista em Alagoas] está atrelado ao projeto de poder de Bolsonaro. Esse nosso grupo é suprapartidário e quer ser majoritário”.

 

De acordo com o senador, os próximos passos do grupo são definir um calendário de conversas e eventos e estabelecer contato com outros parlamentos do mundo.

 

“O grupo não tem nome ainda. Não sabemos quantos somos, sabemos somente desse grupo menor que participou do jantar da Kátia e de outras reuniões anteriores. Tem que ver pelo perfil, quem defende a Constituição e está disposto a se entregar a essas tarefas de fazer a relação com outros parlamentos do mundo, atrair observadores para a eleição, fortalecer o Supremo, que é o poder da vez que está sendo contestado, não deixar o STF solitário”, acrescenta Calheiros.

 

Ele diz que o grupo já teve encontros com Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski, e que os outros ministros do Supremo serão procurados nas próximas semanas.

 

Calheiros afirma ainda que o grupo já entregou ao presidente do Senado uma proposta de encontros e eventos no Senado com instituições, militares, jornalistas, entre outros.

Do Diário do Centro do Mundo (DCM)




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