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Pandemia: paraíso para os banqueiros

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A grande pandemia que envolve o mundo é o financismo neoliberal. Alguns países, regiões conseguiram o antídoto. Mas é preciso ter coragem e muito desprendimento para se vacinar. O egoísmo, as farsas, o pior de cada um aflora nas crises, ao lado de atos heroicos e de intenso humanismo.

 

O covid 19 no Brasil mostrou a verdadeira face do governo. Somente alguns fatos. Muita relutância e postergação para pagar a alguns poucos, dos mais de cem milhões de desvalidos brasileiros, 57,41% do salário mínimo, ou seja, quase a metade do que representa o menor valor oficialmente estabelecido para sobrevivência.

 

Para distribuir recursos para estados e municípios, e sem qualquer garantia do uso para as necessidades da população, está sendo exigida a redução dos salários dos servidores públicos civis, inclusive lotados na área da saúde.

 

Por outro lado, os bancos receberam, logo no início da pandemia (23/03), R$ 1,2 trilhão para “dar liquidez no mercado, mitigar os efeitos do coronavírus”.

 

E tem mais, foi aprovada a Emenda Constitucional 106/2020 que escancara a porta dos cofres públicos brasileiros para sanear bancos estrangeiros dos títulos podres, ou seja, documentos de créditos impagáveis. E, ainda mais, autorizando transformar os saldos brasileiros no exterior, aplicados em títulos que pagam 0% de juros, em débitos com bancos e instituições financeiras internacionais.

 

Finalizando, qual a razão da propaganda governamental e insistência no uso da cloroquina? Pelo que a UOL divulgou (07/04/2020), porque o presidente Trump detém parcela das ações do fabricante estadunidense.

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