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OUTRO ESCÂNDALO | Presidente da Funai é pego oferecendo ajuda a servidor preso por arrendamento de terra indígena

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Interceptação telefônica da PF revela proteção de Marcelo Xavier a esquema criminoso de aluguel de pastos com anúncio de interferência nas investigações

 

Em telefonema interceptado pela Polícia Federal no começo do ano – e autorizado pela Justiça – o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai)Marcelo Xavier, foi pego no pulo oferecendo apoio a um servidor preso por suspeita de arrendar terras indígenas no Mato Grosso. No relatório em que a gravação é anexada, a PF diz que Xavier deu “sustentação à ilegalidade”.

 

 

A interceptação telefônica veio no contexto de uma investigação que prendeu o chefe da Funai, Jussielson Silva, em Ribeirão Cascalheira (MT). Jussielson foi detido junto com mais dois homens, um Policial Militar e um ex-PM, e é suspeito do aluguel ilegal de pastos dentro da terra indígena Marãiwatsédé.

 

 

A conversa entre Jussielson e Xavier foi interceptada ocorreu em 18 de fevereiro desse ano e durou cerca de 6 minutos. Nela, Jussielson contou a Xavier que a PF o teria procurado sobre informações dos fazendeiros que alugavam os pastos ao que o presidente da Funai respondeu que já estava em contato com a delegacia responsável.

 

 

“Falei agora com o chefe da Delegacia aqui [no município de Barra das Garças] e me parece que eles estão com uma má vontade enorme”, afirmou Xavier na ligação para em seguida prometer tomar providências junto ao corregedor nacional da PF. “Pode ficar tranquilo”, finalizou. Em agradecimento, Jussielson afirmou: “Com o senhor me protegendo, fico mais feliz ainda”.

 

 

A terra indígena em questão abriga 10 aldeias e cerca de 800 indígenas em uma área equivalente a 165 mil campos de futebol que abarca três municípios no Estado. A defesa de Jussielson e dos outros dois presos não quis se pronunciar para a imprensa.

 

 

O novo escândalo no coração da Funai vem meses após as denúncias de sucateamento do órgão, além de perseguição e boicote a servidores que, de fato, faziam o seu trabalho, como Bruno Pereira que acabou assassinado no Vale do Javari junto com o jornalista britânico Dom Phillips neste ano.

 

 

 

 

 




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