Num “ato” em frente ao Palácio Piratini, na Praça da Matriz, no Centro Histórico de Porto Alegre, uma “advogada” (e aí OAB?) faz questão de vincular sua frase aos que entendem alemão; logo, não é uma frase fortuita. Ela foi a “marca” nos campos de concentração nazista: “Arbeit macht frei”.

 

Frases podem ser ditas e, de repente, ter um vínculo que o falante não sabe.

 

Mas, aqui, ela sabia.

 

Fez questão de fazer o vínculo.

 

Os que estudam o nazifascimo sempre disseram, e tem razão, nas crises eles aparecem.

 

São os únicos honestos, os únicos do bem, os únicos que estão certos.

 

Falam forte e grosso. Gritam, esbravejam para espantar quem possa contestar.

 

Mas nós, os democratas, já os conhecemos.

 

São o lixo da História.

 

Assim, serão os promotores e juízes, verdadeiros “engenheiros do mal e do caos”.

 

Nós, os democratas, não vamos aceitar a Banalidade do Mal.

 

Nós aprendemos com as lições de Hannah Arendt, Norberto Bobbio, Paulo Bonavides.

 

Em homenagem ao passamento do combativo jornalista Helio Fernandes, aos 100 anos, deixamos aqui expressamos nossos respeitos aos seus colegas de mídia que teimam em mostrar a verdade.

 

Felizmente a víbora que ali tentou sair do ovo e se esconder sob o manto de um protesto, como se numa moita pudesse se ocultar, foi levada ao locus da Justiça.

 

Nosso diligente Procurador Geral, Fábio Dallazen, com a Polícia Civil estão “cuidando” dos dentes afiados e dos botes dados e a dar pelo monstro chocado do ovo da serpente.

 

Louvamos a rápida atitude da Federação Israelita e de todos os democratas pelo país afora contra esta atitude.

 

As afrontas à democracia, aos direitos fundamentais, à dignidade da pessoa humana, serão respondidos com a Força do Direito.

 

(*) Adeli Sell é bacharel em Direito, escritor e consultor.