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O  lockdown fuciona?

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No Dia Internacional da Mulher, o cientista e doutor em microbiologia, Átila Iamarino, apresentou uma live em seu canal do YouTube para explicar como funciona, cientifica e didaticamente, o lockdown e como os países comandado por mulheres conseguiram controlar a pandemia do novo coronavírus.

 

 

O vídeo com a explicação foi lançado, na segunda-feira (8), no qual Iamarino mostra as medidas para se combater a Covid-19, com seriedade e respeito pela vida humana. Quem quiser conhecer, deve assistir ao vídeo até o fim.

 

 

Ele parabeniza mulheres líderes de países que estão controlando muito bem a pandemia. “São países que estão controlando muito bem a Covid-19, lidando bem com o problema, reagindo bem à pandemia. Parabéns às líderes desses países que estão sabendo tomar as ações que os seus cidadãos precisam para continuarem saudáveis e bem”, diz o cientista.

 

Assista ao vídeo a seguir e confira a situação do Brasil, o que é quarentena, lockdown funciona, quando o lockdown não funciona e outros cuidados, como uso de máscaras, vacinação etc.

 

 

 

 

Por que países liderados por mulheres se destacam no combate à pandemia?

 

As mulheres representam 70% dos profissionais de saúde em todo o mundo. Já no mundo político, em 2018, elas eram apenas dez dos 153 chefes de Estado eleitos, de acordo com a União Interparlamentar.

 

 

Elas mostraram a que veio. Com administrações competentes, eficientes e eficazes, as nações chefiadas por mulheres são as que têm conseguido driblar a pandemia e controlá-la muito bem.

 

A primeiro-ministra da Islândia, Katrín Jakobsdóttir, apostou logo cedo em testar massivamente sua população, proibiu reuniões de 20 pessoas ou mais, antes mesmo do registro do primeiro caso da doença. Até 20 de abril de 2020, nove pessoas haviam morrido da infecção pelo novo coronavírus na Islândia.

 

 

Tsai Ing-wen, presidenta de Taiwan, que oficialmente faz parte da China, mas, na prática, funciona (ainda) como um país soberano, criou imediatamente um centro de controle de epidemias e tomou medidas para rastrear infecções, aumentou a produção de equipamentos de proteção individual (EPI), como máscaras. Até agora, registrou apenas seis mortes entre seus 24 milhões de habitantes.

 

 

Na Nova Zelândia, a primeira-ministra, Jacinda Ardern, adotou uma posição difícil diante da Covid-19. Em vez de “achatar a curva” dos casos, como muitos países estavam buscando fazer, a abordagem de Ardern foi mais contundente para eliminar a curva: impôs uma série de duras medidas quando as mortes no país por Covid-19 eram apenas seis — em 20 de abril de 2020, elas totalizavam 12.

 

 

Angela Merkel, da Alemanha, anunciou, rapidamente, que a Covid-19 era uma ameaça “muito séria”. Em números absolutos, seu país criou o maior esquema de testagem, rastreamento e isolamento da Europa. Mais de 4,6 mil pessoas morreram de Covid-19 na Alemanha, que tem uma população de 83 milhões.

 

 

As primeiras-ministras da Noruega, Erna Soldberg, e Dinamarca, Mette Frederiksen, conduziram falas, especificamente, para crianças. Na Noruega e na Dinamarca, as abordagens de suas primeiras-ministras as diferenciaram de alguns de seus colegas homens propensos a bravatas.

Com informações da BBC

 

 

 

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