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EDITORIAL – O caos é o limite

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Até o ano de 2014 o Brasil viveu pouco mais de dez anos de empolgação do povo, com melhores condições para milhões de brasileiros que não tinham chance alguma de conquistar um emprego e uma chance para estudar. Ainda falta muito para que o povo conquistasse de fato um país de bem-estar social, mas os avanços eram palpáveis, inclusive aos olhos do mundo.

 

Mas a partir de 2015 as coisas começaram a piorar porque o país foi sabotado pela Lava Jato em parceria com o Judiciário, parlamentares e a grande mídia. Veio então o golpe.

 

Afundaram a economia, quebraram empresas brasileiras e cassaram o mandato de Dilma sem que ela tenha cometido crime. Deram um jeito de condenar Lula sem provas para tirá-lo do cenário político-eleitoral e abriram espaço para Jair Bolsonaro levar a eleição e acelerar o Brasil rumo ao caos.

 

A Petrobras está sendo dizimada e outras estatais estão prestes a ser entregues também, sobretudo os bancos públicos. E o que é pior: Bolsonaro já chegou até a ensaiar a privatização do SUS, mas voltou atrás momentaneamente porque houve grande reação. O presidente também faz propaganda pela negação da vacina contra Covid-19 – doença que já matou mais de 162 mil brasileiro – e tenta desqualificar os serviços públicos de modo geral.

 

Esta situação mostra que realmente o caos está cada vez mais próximo. Desemprego, violência, aumento da pobreza, alimentos mais caros… Mas, e depois? O país tem saída? Será que após o caos vem a calmaria ou vem ainda mais caos?

 

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