Os conflitos e instabilidades, além das projeções para este ano sem perspectivas para o fim da pandemia, contribuíram para a alta no número de pessoas que não têm o que comer no mundo. Mais de 88 milhões sofreram com a fome aguda no ano passado. Para a ONU (Organização das Nações Unidas), em 2021, a tendência deve continuar.

 

 

As mulheres continuam sendo as mais atingidas pelas desigualdades sociais e econômicas. Com isso, à fome. Elas, normalmente, são mais vulneráveis à desnutrição, principalmente durante a gravidez ou amamentação, quadoos nutrientes da mãe são direcionados ao filho.

 

Além disso, existe mais de 30 milhões de pessoas em mais de 13 países a apenas um passo de uma declaração da fome. Sem ação imediata, milhões podem chegar à situação de fome extrema e à beira da morte. Sobre o Brasil, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que, nos últimos cinco anos, com a política neoliberal, a quantidade de cidadãos sem comida na mesa aumentou cerca de 3 milhões.

Reprodução do Sindicato dos Bancários da BA