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Nicolás Maduro assegura fornecimento de oxigênio para Amazônia e Roraima

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Em reunião on-line com 1.200 intelectuais e artistas de todos os continentes, na manhã desta sexta-feira (26), o presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que seu governo vai manter, de modo permanente, o fornecimento de oxigênio para os estados brasileiros do Amazonas e de Roraima.

 

 

Na reunião, destinada a preparar o Congresso Bicentenário dos Povos,  a realizar-se em Caracas, Maduro lamentou a grave situação da pandemia do novo coronavírus no Brasil, mencionando o número de vítimas, e, criticou o que chamou de “política irresponsável do governo Bolsonaro.

 

 

Ele também reafirmou que, diante da grave situação vivida pelo povo brasileiro, a manutenção do fornecimento da ajuda solidária de oxigênio, agora já não mais em caráter emergencial, mas sim de forma permanente.

 

 

“É chocante, por seu caráter injusto, a comparação entre a declaração do presidente Nicolás Maduro, expressando solidariedade concreta ao Brasil, por meio da oferta de oxigênio que falta ao povo brasileiro, e a desumana atitude do governo Bolsonaro, disposto a expulsar diplomatas venezuelanos que trabalham no Brasil e que atuaram de maneira nobre e solidária para garantir que esse produto vital chegue aos brasileiros que vivem no Amazonas e em Roraima”, comenta o jornalista Beto Almeida.

 

 

O deputado federal e vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL-AM), também criticou  o governo Jair Bolsonaro nas redes sociais.

 

 

“Faço um apelo ao Ministro Barroso que aprecie e defira o pedido da prorrogação de liminar nos autos do HC 184.828-DF para garantir a permanência no Brasil dos 16 membros da Embaixada Venezuelana e suas respectivas famílias”, escreveu.

 

 

Disse também, no Twitter, que “o corpo diplomático venezuelano foi solidário com o povo brasileiro e, em especial, com o povo do Amazonas no momento mais difícil das nossas vidas, realizando uma grande doação de oxigênio que salvou milhares de brasileiros”.

 

 

E continuou: “A tentativa do Itamaraty de escolher quem é a representação diplomática da Venezuela, por critérios ideológicos, é mais um dos muitos erros cometidos. Como brasileiro não é meu papel apoiar ou rejeitar o governo de Maduro, mas é meu papel apoiar o direito do povo venezuelano de tomar suas próprias decisões”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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