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Na contramão da pandemia, cidades retomam atividades no Maranhão

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Mesmo com a crise sanitária provocada pelo Sars-Cov-2, por meio do decreto 090-2020, publicado neste domingo, 12 de abril, o prefeito de Açailândia, Aluísio Silva Sousa, determina a reabertura do comércio e das igrejas locais já a partir de hoje, 13. A decisão vem no rastro de decreto do governo estadual, que liberou aos prefeitos do interior maranhense decidirem quanto à manutenção ou não de medidas de restrições sociais.

 

Açailândia é a oitava cidade em população no Maranhão e se trata de importante ei o rodoferroviário. Para ela, confluem as ferrovias Carajás e Norte-Sul, além das rodovias Belém-Brasília e Santa Luzia-Açailândia. Trata-se também de importante polo guseiro, com sete empresas de produção de ferro fica e uma de laminados.

 

Hoje, também Santa Inês decidiu reabrir o comércio da cidade, por determinação da prefeita Vianey Bringel. O município é o 12º em população do Estado, e o principal centro comercial da região do Pindaré e fica às margens da ferrovia Carajás, da BR-316 e da BR-222.

 

Curiosamente, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Convenção Estadual das Assembleias de Deus e a Convenção Batista Maranhense, suspenderam missas e cultos tão logo a crise do coronavírus começou. Estas igrejas devem permanecer fechadas, apesar do decreto do prefeito de Açailândia.

 

O mundo trava uma guerra diária por respiradores para as vítimas e Equipamentos de Proteção Individual, até para os profissionais de saúde. Porém, o decreto prevê em seu artigo terceiro, um suposto “uso massivo de máscaras”.

 

A liberação do isolamento para algumas cidades, conforme explicam especialistas, pode acontecer em pequenas comunidades isoladas, comumente designadas por ‘fim de linha’, a exemplo de São Francisco do Brejão, São João do Caru e São João do Paraíso. Jamais para entroncamentos rodoviários populosos como são os casos de Açailândia, Santa Inês, Timon e Imperatriz.

 

 

 

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