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Leandro Grass: “Tenho certeza de que construiremos uma vida melhor para o povo do DF”

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O deputado distrital Leandro Grass (PV) – candidato da Federação Brasil da Esperança, formada pelo PT, PV e PCdoB, para o Governo do Distrito Federal (GDF) – é uma opção inédita na capital do País nas eleições de 2022. A novidade não termina no seu nome. Grass, que ganhou destaque e importância política nas eleições de 2018, quando, na primeira campanha eleitoral de sua vida foi eleito a distrital, também traz propostas novas para uma cidade fustigada pelo desmazelo proposital de políticos arcaicos e ultrapassados e pelo desmantelo de conquistas fundamentais para desviar dinheiro público do seu justo itinerário.

 

 

Seu desempenho na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) chamou a atenção do povo, que encontrou nele um apoio sincero e um canal eficiente para aprovação de leis e outras ações parlamentares que sustentam direitos fundamentais descritos na Constituição e garantias básicas para uma vida melhor. Sua atitude humanitária foi acompanhada de perto pelos políticos do campo da esquerda. Nesta eleição, portanto, não poderia ser diferente: ele é o candidato de Lula para o Governo do Distrito Federal (GDF).

 

 

 

 

Professor com 17 anos de experiência no chão de escolas pública e privada, Grass assumiu o compromisso, dentre outros não menos importantes do campo da educação, de acabar com a militarização das escolas públicas caso seja eleito. Esse tema da educação é ponto nevrálgico para ele, que faz parte de uma chapa diferenciada e também inédita no DF, a qual tem a inclusão social, a soberania do Brasil e o fim da fome e do desemprego como meta principal. Outra singularidade é que sua candidata a vice-governadora é a professora da Universidade de Brasília (UnB) e ex-secretária da Mulher do DF, Olgamir Amância (PCdoB); e, a candidata ao Senado, é a professora Rosilene Corrêa (133). São três nomes novos, com origem na educação e dispostos a transformar o cenário de perdas do atual DF para o de uma capital social e economicamente mais justa. O trio quer se unir a Lula para reconstruir a paz, a segurança e a qualidade de vida devastados pela atual política econômica.

 

 

 

Com experiência em gestão pública, Grass atuou na Secretaria de Educação do DF e coordenou projetos pedagógicos. Foi o primeiro entrevistado na sequência de sabatinas que o programa DF1, da TV Globo, iniciou, nessa segunda-feira (12), com os candidatos ao Palácio do Buriti. Desconsiderando sua experiência administrativa, o entrevistador perguntou se a falta de uma experiência em gestão não seria um ponto forte contra sua candidatura. A Globo não considerou que o candidato do Lula para administrar o DF é gestor cultural com formação pela Organização dos Estados Ibero-Americanos. Ainda na adolescência, Grass participou de projetos de voluntariado no DF e no Semiárido Nordestino, que o fizeram despertar para a missão de trabalhar em prol da população.

 

 

Desde que pisou na Câmara Legislativa do DF (CLDF) como deputado, tem trabalhado por um DF melhor. Uma das qualidades do seu mandato é escutar as pessoas e ter apresentado projetos de lei para a cidade, destinando dinheiro público para as prioridades da população e fiscalizando de perto os serviços públicos e, com isso, combatendo o desmonte do Estado nacional. Ele é o autor de 30 leis aprovadas, dentre elas algumas dedicadas às mulheres. É dele a lei que reserva carro exclusivo para mulheres no BRT Sul. Outra lei de sua autoria é a que estabelece incentivos para incremento das atividades econômicas lideradas por mulheres.

 

 

 

É autor dos pedidos de Comissões Parlamentares de Inquéritos (CPIs) para investigar o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGES/DF) e as ações do governo Ibaneis Rocha (MDB) durante a pandemia da covid-19. Com apenas 37 anos, o jovem Grass é brasiliense e casado com Marcela. Formou-se em sociologia e tem mestrado em Desenvolvimento Sustentável pela UnB. Cristão e católico atuante, coordenou diversos grupos de jovens da cidade, toca violão nas Missas, gosto que coloca a serviço de sua campanha em atividades culturais. É esse o candidato, cujo número nas urnas é o 43, que concedeu, com exclusividade, esta entrevista para o Jornal Brasil Popular, na qual ele fala do seu projeto político e econômico para a capital do País.

 

 

Entrevista – Leandro Grass

 

 

 

 

Deputado, candidato do “time do Lula” no DF para concorrer ao Palácio do Buriti pela Federação Brasil da Esperança, e tendo o apoio da militância doPT, PV, PCdoB e agora do PSB, que lhe declarou apoio, o senhor concorre ao GDF, em momento de dura disputa entre o fascismo e a democracia no país. Além disso, o senhor também enfrenta o governador Ibaneis Rocha (MDB), que, embora desgastado, liderapesquisas de intenções de votos. Quais são suas estratégias para ajudar a derrotar o fascismo bolsonarista e, sobretudo, derrotar Ibaneis?

 

 

 

Leandro Grass – É nosso trabalho nos comunicar com os eleitores, ao longo dessa campanha, da melhor forma possível: ouvir a população, entender suas demandas e compreender quais são os problemas, os desafios e as possíveis soluções. E nós precisamos fazer isso percorrendo todas as regiões do DF, não em cima de um carro de som, mas gastando a sola do sapato, falando olho no olho, perto das pessoas, para entender realmente o que elas precisam. É dessa forma que teremos como mostrar para os eleitores que este governo é o pior que o DF já teve. Que é um governo que cultiva a morte e a corrupção, como o de Bolsonaro, que colocaram os cidadãos do DF nessa situação de miséria em que se encontra a população: prometem programas sociais, mas destroem a assistência e continuam a realizar a velha política, feita para os mais ricos. A corrupcão, a incompetência e o desprezo pela população mais vulnerável. É isso que caracteriza esses dois governos. Mas nós estamos em sintonia com o presidente Lula, no combate à fome, ao desemprego, e para promover desenvolvimento econômico e políticas para as mulheres, e em defesa do fortalecimento da educação e da saúde.

 

 

No DF, a privatização da saúde transformou a área em um caos. Hospitais, como o Hospital de Base e os Hospitais Regionais, que eram modelo para o País, estão no limbo. Falta de tudo e todo dia tem denúncia de desvio do dinheiro público pra o Iges. Milhares de pessoas que precisam de atendimento público de saúde não recebem a mínima assistência. É terrível o caso das pessoas com câncer. O senhor é autor da CPI do IGES/DF, que não foi instalada, apesar das sucessivas denúncias de desmandos e irregularidades. Se eleito, o que irá fazer para mudar tudo que o governo Ibaneis fez na saúde?

 

 

Leandro Grass – A saúde é o maior problema desse governo, junto com a fome. Só quem está nas filas dos hospitais, aguardando cirurgias, tratando uma doença grave ou esperando atendimento numa Unidade de Pronto Atendimento (UPA) sabe do que estamos falando. Estamos no pior momento da saúde do DF.  E um dos motivos é gestão privatizada da saúde, feita por meio do Iges/DF. O Ibaneis afirmou que “sem dúvida nenhuma” pretende manter e aperfeiçoar o modelo do Iges, em um eventual novo governo.Mas não dá pra saber quando o Ibaneis fala a verdade e quando ele mente. Antes, na campanha de 2018, disse que acabaria com a gestão privada da saúde, mas ampliou. E agora, em 2022, diz que vai manter, mas depois talvez possa resolver acabar.

 

 

 

O senhor irá rever contratos?

 

 

Leandro Grass – Eu vou acabar com o Iges, mas não sou irresponsável. Vamos mudar gradualmente, remanejar profissionais e retomar o modelo fundacional, como já foi feito no DF. Vamos realizar um pente fino no órgão para combater o nepotismo, a corrupção, o clientelismo e o superfaturamento. Mesmo assim, vamos manter os funcionários do Iges. Vamos encerrar o órgão, criado pelo governador Ibaneis Rocha, mas não pretendemos aumentar a crise com mais profissionais demitidos. Além disso, os hospitais são muito importantes. Sabemos que os hospitais regionais estão precisando de socorro, sem estrutura, precisando de reformas. Vamos construir novos hospitais, mas recuperar os que já existem e investir na saúde perto de casa, na atenção básica. A população quer atendimento humanizado, com profissionais qualificados para atender, medicamentos, infraestrutura. Saúde não é só tratar a doença, é qualidade de vida, é atenção básica e qualidade de atendimento. Além disso, é preciso que as pessoas sejam tratadas com respeito. Eu vou recuperar a saúde do DF, com investimentos na atenção básica e no atendimento hospitalar.Será nossa prioridade. Não dá pra gente esperar na fila de cirurgia por anos. Saúde também é prevenção. Nosso projeto aponta isso com o ‘Saúde Perto de Casa’.

 

 

No DF há um problema crônico: o esquema empresarial dos transportes coletivos. Nenhum governo conseguiu emplacar uma política pública séria de mobilidade urbana por causa do poder dos empresários dos transportes coletivos privados. Aliás, estão em cima para o governo entregar o Metrô para eles e o processo de privatização está repleto de problemas e falcatruas. O que o senhor faria com a questão da Companhia Metropolitana do Distrito Federal (Metrô-DF)?

 

 

Leandro Grass – Nós faremos com que o DF e as cidades do Entorno tenham um sistema de transporte público mais eficiente e confortável, transparente e no qual os preços das passagens diminuam progressivamente. Isso envolve criar um novo modelo de gestão e de operação do transporte público, que permita aos usuários realizar múltiplas viagens de ônibus e de metrô, tudo isso sem aumentar o valor das tarifas. Queremos mais transporte público, principalmente nas áreas que estão entre o ponto de ônibus e a casa das pessoas, ou seja, ampliar o transporte de vizinhança, e investir também no VLT Norte e no BRT Norte.Vamos prestigiar o trabalhador que usa regularmente o transporte público com o Bilhete Ir e Vir. A pessoa não vai mais comprar uma passagem diariamente, será um bilhete semanal ou mensal, para usar não apenas para ir trabalhar, mas também para usar no fim de semana, e poder usufruir de uma atividade cultural, por exemplo.Vamos implantar um sistema em que o passageiro habitual poderá comprar passagens por semana ou por mês, com desconto. E, com esse bilhete, poderá circular livremente pelo sistema — ônibus e metrô — durante o período de validade sem pagar por outras passagens.Quanto ao metrô, somos contra a privatização e pretendemos transformar os corredores de transporte público em massa, sobretudo metrôs e VLT, em corredores indutores do crescimento urbano, com adensamentos urbanos em volta de estações de metrô e corredores de transporte público, que contenham comércio e serviços, equipamentos públicos e equipamentos culturais.

 

 

 

Outro problema relacionado à mobilidade urbana no DF é o fato de o governo Ibaneis conceder subsídios às empresas privadas que exploram os serviços de transportes públicos na cidade com a justificativa de que é para não aumentar a tarifa. O senhor contesta estes subsídios, inclusive, pediu uma auditoria no Tribunal de Contas do DF sobre a bilhetagem. Que modelo de gestão dos serviços de transportes e mobilidade pública o senhor vai implantar no DF para acabar com o sofrimento das populações do Entorno de Brasília, que padecem com as más condições dos serviços; ônibus lotados, atrasados, e muitas vezes, verdadeiras carroças.

 

 

Leandro Grass – Primeiro, é importante dizer que as mudanças no transporte incluem o sistema de remuneração das empresas de ônibus. Vamos acabar com essa montanha de dinheiro público que vai para as empresas, sem que haja um serviço decente, e substituir o pagamento por passageiro pelo quilômetro rodado. Além disso, vamos garantir, na prática, a fiscalização das empresas. Isso não acontece hoje e elas fazem o que querem, mas terão que cumprir rigorosamente os horários e oferecer ônibus confortáveis e seguros para as pessoas.Além do Bilhete Ir e Vir, que vai mudar a relação dos usuários com o transporte público, vamos, também, construir o VLT no eixo Oeste, com o transporte de massa por trilhos de volta para o centro da estratégia de mobilidade. Daremos à população do DF o presente valioso de reduzir o tempo de deslocamento e as emissões de carbono dos veículos privados e públicos movidos a combustão — a chave para a sustentabilidade ambiental e para a saúde e qualidade de vida na cidade.Também queremos buscar recursos com o governo federal e entidades internacionais para financiar o modo ferroviário/VLT na Asa Norte, com um ramal para o Campus Darcy Ribeiro da UnB.

 

 

O senhor tem afirmado que a educação é a sua causa e que vai “colocar a educação no seu devido lugar”. Como é isso?

 

 

Leandro Grass – Queremos, ao longo do mandato, que todas as crianças de até quatro anos de idade tenham vaga em creches públicas ou conveniadas, e possibilitar que os pais tenham acesso mais fácil ao mercado de trabalho.Vamos implantar a educação integral — e em escolas em tempo integral — e ampliar o modelo progressivamente, com prioridade para regiões com população mais vulnerável. Nessas escolas haverá, além das aulas formais, práticas desportivas, culturais e profissionalizantes, com a tecnologia necessária para preparar crianças, jovens e adolescentes para a vida, para o exercício da cidadania e para o trabalho.O projeto educacional deve integrar conceitos de educação criativa, integrada à arte, à cultura, ao meio ambiente e à tecnologia. Por isso, vamos acabar com as escolas militarizadas – que não é a solução para enfrentar a violência -e trazer de volta a gestão democrática das escolas e da comunidade escolar.Também vamos reforçar o orçamento da Educação, revitalizar espaços e construir novos, além de realizar concursos para contratar mais profissionais — diminuindo a sobrecarga atual, causada pela falta de professores e pelo excesso de alunos, por sala de aula.  Nosso projeto é um projeto educador, que tem no seu centro, a Educação. E nós queremos que os educadores nos ajudem. Pois nosso projeto se baseia na autonomia do professor, na liberdade de cátedra e na liberdade de aprender e de ensinar. Por isso, a Escola sem Partido jamais terá espaço em nosso governo.

 

 

 

 

E a violência nas escolas, como será enfrentada em um eventual governo seu?

 

 

Leandro Grass – A solução para atacar a causa da violência nas escolas é ampliar os projetos e atividades para as crianças e adolescentes, com mais investimentos em esportes, ciência, tecnologia, arte e cultura. “Vamos implementar o modelo da educação integral, estamos chamando de educação total porque é a totalidade da educação, são as oportunidades, os jovens poderem sair da escola com uma profissão, com um ofício”.

 

 

Na área de assistência social, o caos é completo. Aliás, é uma coisa conceitual: igrejas e entidades que ganham dinheiro com a chamada “filantropia” querem “praticar a caridade” com dinheiro público. E assim, nunca se consegue instituir na prática o que a Constituição determina: o Estado deve cuidar da assistência social. De repente, de 2016 para cá, sobretudo durante o governo Ibaneis, o número de gente dormindo ao relento, no frio, na tentativa de conseguir fazer o recadastramento e receber o Auxílio Brasil aumentou exorbitantemente. Quais são suas propostas para evitar essa situação que é uma vergonha para o DF?

 

 

Leandro Grass – Para eliminar a fome e a extrema pobreza, os programas sociais, hoje fatiados e limitados, serão unificados no Renda Cidadã, no valor de 600 reais por mês. O Renda Cidadã atenderá aos inscritos no Cadastro Único do governo federal, e complementará o atual Auxílio Brasil, também no valor de 600 reais, que será mantido no governo Lula. Assim, as famílias que estão no Cadastro Único terão renda mínima de 1.200 reais mensais. O Renda Cidadã será acompanhado de políticas sociais para a inclusão dos beneficiados no mercado de trabalho, para que possam deixar o programa.

 

 

 

Na sua chapa há duas mulheres, ambas professoras, Olgamir Amância, decana daUnB, candidata à vice-governadora, e Rosilene Corrêa, candidata ao Senado. Quais são suas propostas para a população feminina?

 

 

Leandro Grass – Em meu mandato como deputado distrital, me preocupei muito com as mulheres e a inclusão delas no mercado de trabalho. Também atuamos pelo aumento da renda familiar. Um de meus projetos capacitou 120 mulheres no Recanto das Emas e na Estrutural para a área de gastronomia e empreendedorismo. Também incentivamos aumentar a renda de mulheres do Varjão, de São Sebastião e do Paranoá, e olha que foi um projeto desenvolvido em plena pandemia, para a produção de máscaras. Além disso, sou autor da lei do empreendedorismo feminino.É importante, ainda, destacarmos que, atualmente, 51% das famílias de baixa renda no DF são administradas por mulheres. Precisamos promover a autonomia, o protagonismo e a inclusão produtiva. Para que isso tudo aconteça, é fundamental incentivar o microcrédito para as profissionais autônomas, em uma linha exclusiva e simplificar a burocracia.É importante fazermos um pacto com a instituições como a UnB, o Instituto Federal de Brasília (IFB), a iniciativa privada e inclusive o Sistema S, para capacitar essas mulheres e dar condições para empreender e trabalhar. Também ampliar as vagas em creches e os convênios, construindo novas unidades públicas.

 

 

 

A participação das mulheres na política e a implantação de políticas públicas para esta parcela da população, estão muito presentes na pauta eleitoral. Todos os partidos da Federação Brasil da Esperança protagonizamessa pauta. Qual será o lugar das mulheres em um eventual governo seu?

 

 

 

Leandro Grass – É meu compromisso a paridade de gênero no meu governo. Pelo menos metade das secretarias terão mulheres à frente do comando. Faremos um processo educativo com a sociedade, mostrando o que é a violência política de gênero. Meu papel é trabalhar contra as desigualdades de gênero, raça e orientação sexual. Meu governo vai combater todas as desigualdades e todas as formas de discriminação, colocando em todas as políticas públicas as mulheres como prioridade.

 

 

Deputado, seu nome foi aclamado no Encontro Regional de Táticas e Estratégias Eleitorais do PT/DF e homologado para concorrer ao Palácio do Buriti na convenção da Federação Brasil da Esperança no DF. Diante da situação do Brasil atual e do DF neste contexto, qual a importância de sua candidatura para a capital do País?

 

 

Leandro Grass – A convenção foi fundamental para mostrar que existe uma união em torno dos nomes colocados pela Federação para combater a política da morte, da fome e da miséria que foram implantadas no Brasil, pelo Bolsonaro, e no Distrito Federal, pelo Ibaneis. A convenção foi importante, também, pra confirmar que existe uma sinergia entre os partidos e, também, entre as campanhas do DF e nacional. Isso é fundamental, pois precisamos atuar em parceria com o governo federal, para solucionar os problemas de Brasília e de todas as cidades do DF, para ampliar os investimentos e o emprego e combater a desigualdade e a miséria que atingem a população. Por isso, vou trabalhar em conjunto com o presidente Lula para encontrar as soluções e promover as ações necessárias para o nosso desenvolvimentosocial, econômico e cultural. Juntos, será possível realizar as melhores parcerias, trazer recursos e gerar empregos, oportunidades e renda para a população do DF.Assim, tenho certeza que construiremos uma vida melhor para o povo do DF.

 

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