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Justiça tranca ação contra Boulos no caso do tríplex do Guarujá

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A Justiça Federal trancou a ação penal em que Guilherme Boulos (PSOL) e mais duas pessoas eram acusadas de invadir o tríplex de Guarujá (SP) cuja propriedade era atribuída a Lula pela Lava Jato. A notícia foi dada pela colunista Mônica Bergamo no site da Folha de S. Paulo.

 

 

Segundo a jornalista, “a decisão é válida, por enquanto, apenas para Boulos, que é defendido pelo advogado Alexandre Pacheco Martins”.

 

 

Ela diz também que os magistrados que julgaram o caso consideraram que não havia indícios mínimos que justificassem o seguimento do processo. Confira a matéria completa:

 

 

Em fevereiro, Boulos se tornou réu depois de a 6a Vara Federal de Santos (SP) aceitar a denúncia do Ministério Público Federal contra ele.

 

 

O advogado entrou com pedido de habeas corpus na 1a Turma Recursal do Tribunal Regional Federal da 3a Região. E obteve vitória.

 

 

Ele alegava que não fazia sentido o MPF alegar “destruição de coisa própria”, como se Lula e Boulos tivessem participado de um ato contra uma propriedade do petista que estava bloqueada pela Justiça.

 

 

Lula chegou a ser condenado por causa do tríplex, mas a sentença foi anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou que o então juiz Sergio Moro foi parcial na condução do processo contra ele.

 

 

O defensor de Boulos afirmava também que não havia “o mínimo” indício de participação de do coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).

 

 

O pleito do advogado de Boulos teve a concordância da procuradora Luciana da Costa Pinto.

 

Em abril de 2018, integrantes do MTST entraram no apartamento para protestar contra a condenação de Lula. Eles diziam ironicamente que, se o imóvel pertencia ao petista, poderiam entrar lá quando quisessem, já que eram próximos do petista.

 

 

A pena prevista para o crime tipificado pelo MPF é de seis meses a dois anos de prisão, mais multa.

 

 

​”A decisão demonstra a inocência de Guilherme Boulos, que vinha sendo sustentada desde o início”, afirma o advogado Pacheco Martins.

 

 

Reprodução da Folha de S. Paulo

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