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Jornalistas presos no Piauí: ABI e sindicato lamentam a morosidade no julgamento

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A Comissão de Liberdade de Expressão da ABI, representada pelo conselheiro Paulo Carneiro,  acompanha, os jornalistas investigativos Arimateia Azevedo, Carol Jericó e Petrus Evelim, que estão na penitenciária e não contam com a celeridade necessária por parte do judiciário.  “Este último é editor do portal O Piauiense e autor da denúncia da farra de contracheques em diversos órgãos públicos tanto do executivo quanto do legislativo municipal e estadual”, esclarece a nota oficial do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí.

 

 

Abaixo a nota do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí.

 

Ativismo judiciário preocupa

 

 

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí (Sindjor-PI) lamenta a morosidade de julgamento de habeas corpus e de processos que envolvem jornalistas piauienses que estão presos em penitenciárias, ao tempo que se preocupa com os tempos sombrios que a sociedade piauiense está vivendo em face das liberdades de imprensa e de expressão sob constantes ameaças do Judiciário. A perseguição a jornalistas investigativos no Brasil tem sido uma prática cotidiana absurda dos poderes econômico e político contra esses profissionais da imprensa. Isto por que esses segmentos não querem que as cidadãs e cidadãos não tenham acesso aos seus malfeitos, especialmente no tocante a malversação de recursos públicos ou de abuso de autoridade, bastante comuns nos dias atuais. Daí a caça aos jornalistas!

 

 

Em artigo publicado em seu blog Semmeistintas.com.br, o jornalista José Olímpio Leite de Castro, ex-presidente do Sindjor-PI, denuncia a perseguição a jornalistas e blogueiros, destacando que no Piauí a situação é muito grave: “antes, as supostas “vítimas” da imprensa, via de regra, gente rica e influente, era que processavam os jornalistas. Hoje, o Judiciário é que toma a iniciativa de censurar a imprensa e mandar prender jornalistas, sem o devido processo legal. Prende-se para investigar, em processos que tramitam e são concluídos em menos de 24 horas. Isso chega a ser espantoso, afinal processos criminais chegam a dormir nas gavetas dos tribunais por mais de 10 anos, sem julgamento. Tinha razão Rui Barbosa ao dizer que a pior ditadura era a do Judiciário, pois dela não se tem a quem recorrer. Vivemos a Ditadura da Toga, com prisões arbitrárias de políticos, jornalistas e blogueiros pelo STF”.

 

 

No Piauí, cita o artigo do jornalista, as vítimas da vez são os jornalistas Arimatéia Azevedo, Carol Jericó e Petrus Evelim. Este último é editor do portal O Piauiense e autor da denúncia da farra de contracheques em diversos órgãos públicos tanto do executivo quanto do legislativo municipal e estadual. E acrescenta: “acusa-se Arimatéia Azevedo de tantas coisas, não comprovadas, mas a verdade é que esse profissional sofre uma perseguição implacável, não por eventuais erros que tenha cometido, mas pelo destemor de denunciar gente poderosa nas três esferas de poder. O dono do Portalaz é vítima de uma vingança”.

 

 

Sem liberdade, a verdade não vem à tona. Resistir a tudo isso é demonstração de coragem e persistir na luta, é defender a liberdade de imprensa e de expressão, que é dever de todos aqueles que zelam pelo pleno exercício do jornalismo.

 

 

Teresina, 16 de novembro de 2021

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí

Reprodução Facebook Carol Jericó

 

 

 




 

 

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