Publicidade

Inteligência artificial a nosso favor

  • em



Capturamos o título de um livro de Start Russel – que deveria ser do interesse de muitos – para desenvolver este conteúdo.Resumidamente, trago o que ele fala no seu primeiro capítulo.

 

 

Não entendemos bem ainda como a tecnologia evoluiu tanto no último quinquênio, nem como prever como esta se desenvolverá no futuro.

 

 

A inteligência artificial (IA) tem dado contribuições e ajudado em elementos da evolução do ser humano e da vida cotidiana, facilitado muitas coisas.

 

 

Mas, cuidado!Tudo, tudo mesmo que a civilização nos oferece é produto da nossa inteligência, ou seja, da humana, e não da artificial.

 

 

Imaginemos, a criação de uma supermáquina, superando a própria inteligência humana, e, se não tivermos o controle sobre ela, o que ela fará “pode ser” o último ato da humanidade e talvez o seu fim.

 

 

Um parêntese, Noam Chomsky, o grande gramático e pensador norte-americano, interpretando suas ideias, diz que nosso fim pode vir antes da criação da supermáquina; pois outra catástrofe se avizinha que é a destruição do pulmão do mundo, a Amazônia. Seria o fim da criação!

 

 

Mas, retornando, inventaremos a IA superinteligente?

 

 

Sim, haverá certamente. Mas a questão é: como garantir que as máquinas – estas máquinas com IA superinteligentes – não saiam de nosso controle, do controle humano?

 

 

Alguns pensam que a máquina é melhor quanto mais inteligente for, ousamos dizer que é um erro. Quem é sábio é o homem, pois ele é o homo sapiens. A máquina não tem objetivos, os seus são aqueles que lhes damos.

 

 

Se a gente colocar objetivos errados numa destas máquinas inteligentes, digamos uma mais inteligente do que nós, quem sairá perdendo? A máquina ou o homem? Certamente aquele que a fez.

 

 

Porém, nem tudo está perdido. Precisamos entender onde estamos e para onde queremos ir, ligados com algoritmos, IoT, com robôs, para termos o controle sobre nossas criações.

 

 

Acreditamos que os objetivos somos nós, os quase nove bilhões de seres humanos sobre a Terra, não as máquinas.

 

 

O debate está só começando.

 

(*) Rosângela Benetti Almeida, advogada, especializada em Direito Digital – rosangela@rbaadvs.com.br

  • Compartilhe

Deixe um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *