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Havana: capital de Cuba pela paz e contra o bloqueio dos Estados Unidos

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Uma mensagem enviada pelo WhatsApp dava conta da reação do povo cubano, no sábado (17/7), aos novos ataques dos EUA. “Desde às 5h da manhã o povo cubano está nas ruas com bandeiras, cartazes, música e muita alegria para demonstrar seu apoio à sua Revolução. Hoje é dia de “tuitaço” (17) e, neste 17 de julho de 2021, a celebração é pela Revolução Cubana e pelo fim do bloqueio desumano que o governo dos EUA insiste em manter contra esse povo revolucionário, além dos ataques que financiam contra Cuba. Mais uma vez fracassaram e fracassarão sempre. Ninguém pode contra todo um povo! #NoMasBloqueo Havana, hoje está assim”, dizia a mensagem, seguida de várias fotos da cidade.

 

 

O povo está vestido a caráter. Branco, vermelho e azul eram as cores que predominavam, no sabado (17), nas vestimentas de quem saiu para as ruas no amanhecer da capital cubana, quando centenas de trabalhadores se reuniram em defesa do sistema socioeconômico e da paz da ilha caribenha. “Viemos mostrar que nós, cubanos, estamos dispostos a defender a obra da Revolução, que é de todos, disse Héctor Román, educador do município de Guananacoa”.

 

 

“Não quero guerra para meus filhos e netos, não quero o egoísmo do capitalismo, por isso estou aqui, para exigir o fim do bloqueio econômico dos Estados Unidos que não nos permite nos desenvolver”, acrescentou.  Quase às 18h, hora local, a área do quebra-mar de Havana conhecida como Piragua se enche gradualmente de pessoas carregando bandeiras cubanas e do Movimento 26 de Julho, organização criada pelo líder histórico Fidel Castro para fazer a Revolução.

 

 

Alguns cantavam m ‘Pa’lo que sea Canel, pa’lo que sea’ (Pelo que for Canel, pelo que for), em apoio ao presidente do país, Miguel Díaz-Canel; outros pediram fim do cerco dos EUA. Há pouco mais de um mês, no fim de junho deste ano, durante a 29ª votação na Assembleia Geral das Nações Unidas, 184 países votaram contra o bloqueio econômico. Apenas dois países, os Estados Unidos e Israel, votaram contra. E houve três abstenções: Colômbia, Ucrânia e Emirados Árabes Unidos.

 

 

No entanto, os EUA mantêm a pressão em todo o planeta. Proibiram empresas de vários países do mundo de venderem e entregarem seringas em Cuba em plena pandemia. A perversidade e ingerência dos EUA na ilha não tem limite. No entanto, o povo cubanoi resiste, apesar de enfrentarem dificuldades econômicas imensas, de comida e remédio a automóveis e aviões, o povo cubano resiste. No sábado, nos edifícios próximos foram penduradas bandeiras e nas mãos de alguns dos presentes imagens do General do Exército Raúl Castro.

 

 

Às 7 horas foi realizado um ato patriótico em resposta aos acontecimentos de 11 de julho, quando pessoas de diferentes partes do país tomaram as ruas e criaram motins, estimuladas por uma intensa campanha na mídia promovida no exterior. A frase do Herói Nacional José Martí que diz que os homens vão em dois grupos: os que amam e fundam, e os que odeiam e destroem, também está presente nesta madrugada, em que vários participantes rejeitaram o vandalismo do domingo passado.

 

 

 

Com informações do Prensa Latina

 

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