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Há exatos 45 anos a ditadura militar matou Vladimir Herzog

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Neste domingo (25/10), completam exatos 45 anos da morte do jornalista, professor e dramaturgo Vladimir Herzog, assassinado pela ditadura militar brasileira.

 

Ele foi morto depois de dias de torturas abjetas, que hoje o presidente da República, Jair Bolsonaro, glorifica em seus discursos.

 

Ele desejava ser um cineasta, mas, vitimado pela ditadura, tornou-se um personagem icônico da História do Brasil e da construção da nossa democracia.

 

Sua vida e sua trajetória profissional foram marcadas por permanente preocupação humanística, que se refletiu em suas realizações jornalísticas e cinematográficas e está para sempre simbolizada em sua frase: “Quando perdemos a capacidade de nos indignar com as atrocidades praticadas contra outros, perdemos também o direito de nos considerar seres humanos civilizados”.

 

O Jornal Brasil Popular homenageia o bravo Vlado e que sua memória sirva para combater essas práticas e aqueles que a defendem.

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