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Grupo de voluntários já consertou mais de 1.850 respiradores hospitalares

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Cerca de 1.850 respiradores foram consertados e devolvidos aos principais hospitais brasileiros para continuar salvando vidas e curando as pessoas da Covid-19. A ação conta com mais de 700 voluntários e tem coordenação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) em parceria com grandes empresas como ArcelorMittal, BMW Group, Fiat Chrysler Automóveis (FCA), Estúdios Globo, Ford, General Motors, Honda, Hyundai Motor Brasil, Instituto Votorantim, Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e POLI-USP, Jaguar Land Rover, Mercedes-Benz do Brasil, Moto Honda, Petrobras, Renault, Scania, Toyota, Troller, Usiminas, Vale, Volkswagen do Brasil e Volvo do Brasil, com o apoio do Ministério da Saúde, do Ministério da Economia, do Ministério da Defesa, da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e da Associação Brasileira de Engenharia Clínica (ABEClin).

 

Em todos os estados brasileiros, existem 40 postos de manutenção de ventiladores pulmonares, essenciais no tratamento de doentes graves do coronavírus. Desde o início da pandemia, mais de 3.900 ventiladores quebraram e precisaram de consertos imediatos. Desses, 1.082 estão em manutenção, 178 em calibração e 1.850 já foram devolvidos aos hospitais de 460 municípios.

 

“Essa iniciativa deu uma demonstração clara de que a sociedade brasileira se une em torno de um propósito quando é bem construído, bem concertado entre parceiros, colocando a afirmação da vida à frente de qualquer outra questão”, afirmou o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi.

 

Vale lembrar e destacar que mês passado a revista Forbes Brasil listou as 100 maiores empresas doadoras do país contra o vírus. A rede de solidariedade já disponibilizou mais de R$ 5,4 bilhões na luta contra a Covid-19.

 

Conheça as 10 maiores doadoras, segundo a lista da Forbes:

1 – Itaú Unibanco: R$ 1 bilhão

2 – Vale: R$ 500 milhões

3 – JBS: R$ 400 milhões

4 – Ambev: R$ 110 milhões

5 – Rede D’Or: R$ 110 milhões

6 – Bradesco: R$ 99 milhoes

7 – Caoa Chery: R$ 74 milhões

8 – SENAI: R$ 63 milhões

9 – Nestlé: R$ 55 milhões

10 – BRF: R$ 50 milhões

 

Wyl Villas Bôas é jornalista e sempre otimista por dias melhores
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