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Família de Moïse vai administrar quiosque onde ele foi assassinado (vídeos e fotos)

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A família de Moïse Kabagambe passará a ser administradora do quiosque Tropicália, local onde ele foi morto em 24 de janeiro. A declaração foi dada pelo prefeito Eduardo Paes na rede social na manhã hoje(5). Segundo o secretário municipal de Fazenda, Pedro Paulo, o plano é encontrar a família nesta tarde para iniciar os trâmites da permissão.

 

 

Confira no YouTube do Jornal Brasil Popular, a seguir, vídeos e fotos da manifestação em protesto pelo assassinato do jovem congolês, no dia 24/1, por ter ido cobrar diária de serviço prestado na barraca de praia Tropicália:

 

 

“Eles já aceitaram. Estamos dispostos, junto à Orla Rio (que opera os quiosques), a fazer a permissão oficial imediatamente. A Orla Rio se comprometeu a isentá-los de pagamento de aluguel (que pode variar de R$ 1 mil a R$ 12 mil mensais, segundo a concessionária) e a arcar com a reviltalização do quiosque em parceria com a prefeitura. É o mínimo de reparação diante da brutalidade que foi cometida contra Moïse”, disse o secretário.

 

Clique no link do Twitter e confira as mobilizações em todo o País em protesto contra a morte de Moïse realizadas pelo Levante Popular da Juventude:

 

 

 

 

Conforme informou o jornalista Ancelmo Gois, a prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Fazenda, vai transformar os quiosques Biruta e Tropicália em um memorial em homenagem à cultura congolesa e africana. A ação será feita junto com a concessionária Orla Rio. Segundo Pedro Paulo, o quiosque Biruta deverá ser administrado por alguma instituição ligada ao movimento negro.

 

Justiça do Rio mantém prisão de acusados envolvidos no assasinato de Moïse

Quiosques se tornarão memorial à cultura africana

 

 

A reconstrução dos quiosques tem como intuito celebrar a “cultura e alegria do povo africano, tendo ali um ponto de referência com comida típica, e trazendo a oportunidade de empregar refugiados que vivem na cidade”, afirmou o secretário.

 

 

“A ideia é que seja um espaço qualificado, com bom atendimento, não só ligado à gastronomia, mas também para eventos, shows, que tenha toda essa referência da cultura congolesa e africana como um todo. O que aconteceu foi algo brutal, inaceitável e que não é da natureza do Rio. É nosso dever ser uma cidade antirracista, acolhedora e comprometida com a justiça social.”

 

 

(*) Por Beatriz Castro – Diário do Centro do Mundo

 




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