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Fake News, gabinete do ódio e atos pró-golpe: tudo a ver!

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O presidente do Senado,Davi Alcolumbre (DEM-AP), aceitou o pedido do senador Angelo Coronel (PSD-BA) de suspender, durante a pandemia do coronavírus, os prazos regimentais da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Fake News. Agora a comissão não tem prazo definido para encerrar os trabalhos e terá mais tempo para investigar a família Bolsonaro. A nova data passa a contar somente quando o Congresso retomar a normalidade dos trabalhos presenciais.

 

Investigações sobre fake News se cruzam – não por acaso – com o inquérito recém autorizado pelo STF para apurar os financiadores e os organizadores dos atos a favor do golpe militar e pelo fechamento do Congresso, realizados em 19 de abril, dia do Exército.

 

Isso acendeu a luz amarela para Bolsonaro e ele resolveu demitir o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, que é homem de confiança do ministro da Justiça, Sergio Moro. Bolsonaro ficou muito irritado porque Valeixo colocou, para tocar o novo inquérito, a mesma equipe que investiga as fake news contra membros do STF. Esta última investigação aponta para o envolvimento do ‘gabinete do ódio’ e de Carlos Bolsonaro.

 

Segundo o jornalista Kennedy Alencar, as milícias digitais têm endereço e conta: gabinete do ódio, no próprio Palácio do Planalto, e os empresários bolsonaristas especializados em caixa 2. Ele afirma que a Polícia Federal disse a Moro que os apoiadores mais ativos de Bolsonaro na internet têm forte admiração por dois empresários em especial: Meyer Joseph Nigri, da Tecnisa (mercado imobiliário) e Luciano Hang, o Veio da Havan.

 

Se tudo for bem investigado, os resultados têm tudo para chegar às mesmas pessoas.

 

 

 

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