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Fábrica de chips pode voltar

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A Ceitec, a fábrica de prototipagem de chips, começou há duas décadas no Bairro Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre, a capital dos gaúchos. A operação começou em 2008, já no segundo mandato de Lula.

 

 

É a maior do gênero abaixo da linha do Equador.

 

 

Olívio Dutra (PT) era governador; Adão Villaverde, seu secretário de Ciência e Tecnologia; João Verle era o prefeito da capital, e, eu, Adeli Sell, secretário municipal da Indústria e Comércio.

 

 

Numa ação conjunta, já no primeiro governo de Lula, numa parceria com uma empresa multinacional se busca um local apropriado, que não sofra interferências externas, pois as salas têm que ser “limpas”, sem sofrer qualquer abalo.

 

 

O local ideal é num bairro popular da Zona Leste, e optou-se por tendo que deslocar uma Escola Estadual, para outro terreno.

 

 

Aí entra a Prefeitura, e, como secretário, pude colaborar nesse processo e para conseguir novo espaço da escola. Toda esta operação tem a colaboração ainda de universidades, em especial da Federal do Rio Grande do Sul e da PUC-RS, ambas vizinhas ao novo empreendimento.

 

 

O esforço colocaria a cidade, e o RS, na rota da produção e formação na cadeia da tecnologia.

 

 

Desenvolvimento hibernado

 

 

Desde 2014, os investimentos eram precários, a bem da verdade, mas o golpe final foi dado no governo Bolsonaro, quando se inicia o processo de liquidação da Ceitec.

 

 

Todos são unânimes em dizer que a decisão pela liquidação foi um equívoco, ignorando efeitos de atração de investimentos positivos que a empresa vinha tendo, mesmo com as dificuldades que todos reconheciam.

 

 

Mas, como diz Silvio Luís dos Reis Santos Júnior, da Associação dos Colaboradores do Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Acceitec), “a Ceitec está em hibernação”.

 

 

E, agora, Lula em seu terceiro mandato pode e deve decidir pela retomada do projeto original e fazer com que o Brasil volte a ter um papel proativo na produção de chips.

 

 

(*) Adeli Sell é escritor, professor e Bacharel em Direito, autor da coluna Notas do Sul, no Jornal Brasil Popular.

 




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