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Em comemoração ao 204º aniversário de Karl Marx

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Professor Newton Albuquerque homenageia Karl Marx nesses 204 de seu nascimento (5/5/1818)

 

 

“No dia 5 de maio de 1818 veio ao mundo aquele que viria a se constituir no fermento de uma nova totalidade, de um pensamento e ação revolucionários. Marx a cada tempo que passa torna-se maior, mais atual, pois sua magnífica obra foi capaz de fundar uma reflexão resignificadora do moderno, da história sob às vistas da imanência, presa ao chão do real, mas sem perder o sentido crítico, universal- concreto, categorial da filosofia, do enlace interior entre objetividade e subjetividade.

 

Uniu ou melhor, superou as antinomias trazidas pelas pontas desalinhadas entre a descrição do mundo, da captura do ser e a dimensão utópica da ultrapassagem do dado, do instituído, notadamente dos fetiches mastodônticos ” naturalizados” pela racionalidade do Capital, o mercado e o estado. Como disse Gramsci, ” Marx é um novo renascentista, um humanista radical “, fautor de um inaudito princípio civilizatório para além da ” civilização”, o audaz denunciador dos contornos de um modo de existência que nega a coexistência, o Outro.

 

Daí a veia profética do Mouro, o vaticinio da relevância da construção da verdadeira democracia pós-democrática porque pós- estatal, e por isso visceralmente antiburocrática, não substuticionista. O pesadelo stalinista, a genuflexão social democrata ao sistema do dinheiro, ao realismo covarde, nada tem a ver com a força projetante de Marx, com a caudalosa energia emancipatória que evola de seus geniais escritos. Só uma religião civil, uma nova ligação ente os homens e a natureza pode ser radical, ir a raiz das coisas, reencantar o mundo.

 

Sem medo, receita e presunção marxistas, podemos dizer: Marx presente! Vivído, intenso, ele adquire centralidade irrespondível, haja visto a insuperabilidade dos problemas por ele levantados. Nunca foi tão urgente o fim do capitalismo, da ordem metabólica que mercadeja corpos, consciências, usurpa, mina culturas, promove a escatologia do pecado,cultiva o medo pânico hobbesiano, aprisiona o tempo à lógica da mercadoria.

 

O sonho de olhos abertos do comunismo, da construção do comum pautado no reconhecimento da autonomia individual e coletiva , é a única alternativa para quem ainda gosta da vida, do amor político, enfim do nós conjugado com o eu autêntico, não estardandizado. Afinal só seremos indivíduos livres em uma comunidade livre e vice-versa , sem esquecer o ventre também comum chamado terra, mãe primordial de tudo. Feliz Aniversário, Camarada Marx”!

 




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