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Em Brasília, Lula prioriza defesa do auxílio de R$ 600 e combate à Covid-19

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Líder do PT manteve contatos com embaixador alemão, ex-presidente Sarney e políticos de várias legendas. Na agenda, também o acesso a vacinas e a crise econômica que aflige o Brasil

 

O presidente Lula esteve durante toda esta semana em Brasília, onde manteve inúmeros contatos com políticos de vários partidos, diplomatas e também com parlamentares membros das bancadas do PT na Câmara e no Senado. Um dos focos principais do périplo de Lula pela capital federal foi a defesa do auxílio emergencial de R$ 600,00, também defendido pelas centrais sindicais e movimentos sociais em todo o país. O líder petista também defendeu medidas efetivas para se combater a pandemia de Covid-19.

 

Segundo Lula, durante reuniões com os parlamentares, o governo tem de onde tirar dinheiro para pagar o auxílio de R$ 600,00. Para ele, o que não pode é continuar a situação de caos social em que o país está mergulhado, onde a vida do povo “está muito dura, sem renda e com a fome avançando”, nas suas próprias palavras.

 

Desde a segunda-feira (3), a agenda política de Lula foi intensa e diversificada, quando ele manteve contatos políticos com os deputados federais Marcelo Freixo (Psol-RJ), Alessandro Molon (PSB-RJ) e com o senador Fabiano Contarato (Rede-ES). As eleições de 2022 e outros temas nacionais estiveram no radar dos encontros, já que o PT se prepara para as disputas estaduais ao lado a eleição nacional. E Lula também se reuniu com o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e com o presidente do PSD, Gilberto Kassab.
Lula também manteve encontro no início da semana com o embaixador alemão Heiko Thoms, quando reafirmou para o diplomata a necessidade de uma reunião urgente do G-20 para o enfrentamento da crise sanitária mundial e para assegurar o acesso às vacinas a todos os países.

 

Durante sua permanência em Brasília, Lula elogiou a decisão do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que anunciou na quarta-feira (6) o seu apoio à quebra das patentes das vacinas contra a Covid-19, em uma mudança de posição que poderá beneficiar o acesso aos imunizantes em todo o mundo. “Quero saudar essa decisão histórica do governo”, disse Lula, em mensagem pelo Twitter. “Desde 2020 defendemos que a suspensão do monopólio das patentes é a única saída para vacinação em massa de toda a população. A saúde não pode ser mercantilizada. A humanidade vai vencer esse vírus”, enfatizou.

 

Na quinta-feira (6), Lula visitou o ex-presidente José Sarney, amigo que o apoiou em sua campanha pela liberdade durante todo o processo de perseguições sofrido por ele. Lula também manteve reuniões com o deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) e com o presidente do PSD, Gilberto Kassab, que foi ministro durante o governo petista.
Além da renda emergencial e das vacinas, a crise econômica também foi pauta prioritária durante os encontros de Lula com políticos petistas e de outras legendas.

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