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Ellon Musk – O exterminador

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Há 30 dias, escrevi:

 

 

“Não se impressionem se Ellon Musk não comprar o Twitter. Se for comprá-lo, fará ainda alguns estragos com suas polêmicas declarações, para obter mais algum “desconto”.

 

 

De março ao decisivo 8 de julho, Musk deu 25 tiros para aniquilar o Twitter e comprá-lo a preço de banana.  Gastou um bilhão. Poderá gastar mais, mas ele ainda é o mais rico.

 

 

O Twitter sobreviveu, mas perdeu valor no mercado informacional.

 

 

Um acionista do Twitter já processava Musk por manipulação de mercado. Agora, o próprio Twitter diz que vai abrir um processo contra ele.

 

 

A empresa registrou, em maio, desvalorização de 9,67% na bolsa de Nova York. Recuo ocorreu após o  bilionário anunciar que esperava detalhes sobre a proporção de contas falsas na rede social para continuar transação.

 

 

No dia D – 08.07.22 – Musk voltou aos ataques sobre o “não fornecimento” de contas falsas; sendo que o Twitter disse clara e objetivamente que deleta mais de 1 milhão de contas por dia. E deu o último tiro: desfeito o negócio.

 

 

Mas ele é “o” tycook, o magnata maior do mundo. É bom que se lembre de que Zuckenberg perdeu quase 60 bilhões num só dia. A arrogância cobra seu preço sempre em quaisquer circunstãncias.

 

 

Musk queria uma espécie de Telegram livre só para ele e seus interesses, onde pudesse falar o que ele quisesse, nas “normas e regras” privadas, por cima das leis locais e internacionais, como nos ensina Shoshana Zuboff em seu clássico Capitalismo de Vigilância.

 

 

No Brasil, a Constituição é atropelada também todos os dias pelos mesmos motivos de poder, porém, aqui é pela política de milícias e de partidos e agentes do fascismo.

 

 

Porém, aqui, temos uma Constituição democrática que se impôs ao final de uma ditadura e o capitalismo local capenga.  Temos uma Justiça Eleitoral moderna. Por sinal, ela começou moderna pela lavra do gaúcho Dr. Maurício Cardoso há 90 anos. Por isso, o TSE dobrou o Telegram e assinaram um acordo de combate às Fake News. E isto conta. Pois as outras redes já tinham assinado um compromisso nesta linha. Se vão cumprir, eu duvido, mas há um “contrato”, um pacto, pelo menos.

 

 

Musk é a ponta do iceberg da escumalha social. Veja a adoração que ele teve no país por parte do Bolsonaro e seus asseclas.

 

 

Vale lembrar o quanto ele é escroto. Lembram disto?

 

 

Musk chamou de “pedófilo” o mergulhador que salvou os meninos tailandeses. Seus seguidores se autodenominam ‘MuskBros’ e fazem parte da pior subcultura machista e antissocial que envenena a Internet.

 

 

Musk é um dos mais ativos no Twitter, só num mês publicou 400 notas raivosas, dedicadas a jornalistas, sindicatos (pelas condições de trabalho em sua empresa, frequentemente descritas como cruéis e draconianas), especialistas em nanotecnologia, investidores do Vale do Silício e em geral a qualquer um que ousar criticá-lo.

 

 

Ele é a figura mais cabal do exterminador. Ou é ele ou não é ninguém.

 

 

O jornalista Bret Stephens disse:

 

 

“Elon Musk é “o Donald Trump do Vale do Silício”“.

 

 

Musk deve ter visto o filme O Exterminador do Futuro, mas como para ele o que vale é a Banalidade do Mal, se faz de O Exterminador do presente. Não manda matar aas mães (no passado) de quem possa passar pelo seu caminho e contestá-lo. Ele mesmo aniquila, com suas tramas diabólicas, dando tiros a cada dia em quem atravessar seu caminho.

 

 

O mundo está atento aos magnatas, aos psicopatas, aos milicianos, aos nazifascistas seja nas guerras como da Ucrânia, aonde parte do esgoto nazifascista veio à tona, seja no caso Musk-Twitter, seja nos casos locais como a morte de Marielle, do miliciano-deputado que ganha Prêmio do Livro.

 

 

O mundo está de ponta cabeças, regido pela Banalidade do Mal, mas as bandeiras da Revolução Francesa que criaram o Iluminismo estão vivas entre as vozes do povo.

 

 

Por isso, o Brasil deve tomar outro rumo em outubro. Cabe a nós fazermos a nossa parte.

 

 

(*) Por Adeli Sell, professor, escritor e bacharel em Direito.

 

 




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