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Eletrobras perde R$ 230 bilhões na privatização

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Eleição de 2018 fraudada por fake news e outras sabotagens colocou Jair Bolsonaro (PL) na Presidência da República; o banqueiro Paulo Guedes, no Ministério da Economia; e mais de 300 deputados federais e senadores financiados por empresários, banqueiros e países estrangeiros para dilapidarem a soberania do Brasil. Entidade dos empregados denuncia a TCU e CGU 13 irregularidades na privatização da Eletrobrás

 

A gestão da Eletrobras tem adotado práticas que se aproximam do limite da irresponsabilidade, denuncia a Associação dos Empregados da Eletrobras (AEEL). Tais práticas foram formalizadas em denúncias ao TCU, CGU, Casas Legislativas, CVM e SEC. A entidade destaca 13 irregularidades, entre as quais:

 

 

– Renúncia de receita da União na chamada “descotização” das usinas da Eletrobras. “As usinas em cotas tinham contratos já assinados até 2042, o que faz com que esta lei imponha à União uma gigantesca renúncia de receita em prol dos outros [acionistas] ordinaristas e preferencialistas a preço de banana”. Num cálculo rápido feito pela AEEL, com receita anual de R$ 1,5 bilhão até 2042, seriam R$ 83,2 bilhões. Considerando um aumento anual do preço de 5%, o valor chegaria no fim da concessão a R$ 230 bilhões.

 

 

– Drenagem de ativos físicos da companhia para maximizar a distribuição de dividendos, através de programas de desinvestimentos. A Associação calcula que a Eletrobras potencializou a infraestrutura elétrica brasileira investindo R$ 100 bilhões de 2004 a 2019.

 

 

– Pedalada fiscal do CNPE ao exigir a antecipação de R$ 5 bilhões na CDE no ano eleitoral de 2022, para represar o aumento tarifário.

 

 

– Contratar sem licitação, como no caso da contratação do BTG e de outros bancos por inexigibilidade. “Cumpre destacar o grave conflito do BTG, que é acionista representativo de uma grande concorrente da Eletrobras”.

 

 




 

 

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