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“Educação não pode morrer”, diz nova campanha do Sinpro em defesa da comunidade escolar

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No dia 22 de abril, o Governo do Distrito Federal colocou a saúde de professores, orientadores educacionais, estudantes e da população da capital federal em risco ao determinar uma possível volta das aulas na rede pública de ensino.

 

Ao anunciar a possibilidade de retorno às aulas antes que o pico da pandemia do Coronavírus (Covid-19) ocorra no Brasil e no DF, o governador Ibaneis Rocha coloca 500 mil pessoas com risco eminente de se contaminarem com o vírus e de propagarem a doença para outras pessoas.

 

Diante disso o Sinpro, juntamente com a comunidade escolar, lançou a campanha Não somos cobaias! A Educação não pode morrer com o objetivo de salvar vidas. A preocupação do sindicato é legítima uma vez que o governo Ibaneis mostra a intenção de voltar as aulas de forma precoce, divergindo da posição de outros países, da Organização Mundial de Saúde (OMS) e distante de estudos científicos que comprovem que o relaxamento do isolamento social neste momento é a melhor opção.

 

Mesmo com o retorno às aulas de forma gradativa, mais de meio milhão de habitantes ficarão à disposição da Covid-19. Neste cenário, em torno de 45 dias, mais de 70% da capital federal seria contaminada, sendo a escola o principal vetor de transmissão.

 

Não é somente a vida e a saúde do professor, do orientador educacional e da comunidade escolar que está em jogo neste momento; é a vida de cada cidadão. Com 70% da população contaminada em 45 dias, o sistema de saúde público e privado entrará em colapso, aumentando brutalmente o número de mortos devido à falta de atendimento médico para os infectados.

 

Participe da campanha divulgando as publicações e as artes eletrônicas que estão sendo disponibilizadas pelo Sinpro em suas redes sociais.

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