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Editorial – Eleições roubadas?

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Segundo a Folha de São Paulo, “levantamento do Laboratório Forense Digital do Atlantic Council em parceria com o Facebook aponta ligação direta de Tércio Arnaud Tomaz, assessor especial do presidente Jair Bolsonaro, com um esquema de contas falsas nas redes sociais banidas pelo Facebook na quarta-feira (8).

 

Ele é apontado como responsável por parte dos ataques a opositores de Bolsonaro, como ao ex-ministro Sergio Moro na sua saída do governo e a integrantes de outros Poderes, e por difundir desinformação em temas como a Covid-19.

 

Além de Tércio, cinco ex e atuais assessores de legisladores bolsonaristas, entre eles um funcionário do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), foram identificados como conectados à operação de desinformação no Facebook e no Instagram.

 

O desbaratamento dessa organização criminosa fascista mostra evidências de que ela funcionava há muito tempo e levanta uma forte suspeita de que os disparos de fakenews financiados ilegalmente por grupo de empresários – principal pilar da eleição de Bolsonaro, de alguns governadores e de muitos parlamentares –, foi fundamental para um dos maiores roubos em eleições no Brasil.

 

A rigor, se as instituições funcionassem como se espera num regime democrático a eleição de Bolsonaro – e de todos os que se beneficiaram desse movimento criminoso, também conhecido como “Gabinete do ódio” –, deveria ser anulada.

 

Ainda que acreditemos que as instituições não funcionarão adequadamente, segundo o que determina a Constituição e as demais leis, devemos continuar lutando e ampliando o movimento Fora Bolsonaro.

 

O fascismo não pode passar impune!

 

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