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Dirceu, Genoino e Delúbio foram presos em 15 de novembro de 2013.

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Joaquim Barbosa foi o primeiro juiz a serviço do golpe, a querer “refundar” a República.

 

Escolheu a data da prisão, no dia da Proclamação, feriado prolongado pra castigar a família 7 dias. Não permitiu semi-aberto, mesmo a legislação permitindo.

 

A Globo ficou na porta do presídio, noite e dia.

 

Insuflava os familiares dos presos da Papuda a agredirem os petistas. Também anunciava no JN que “haveria rumores” de que os presos planejariam uma rebelião, contra os petistas presos.

 

A Globo quis matar Dirceu, Genoino e Delúbio.

 

Na primeira visita da família, repórteres da Globo estavam lá. Queriam saber se eles estariam recebendo privilégios que os demais presos não receberiam.

 

Uma lata de feijoada, comprada na cadeia, foi motivo de matéria nos jornais e TVs por dias. A Globo chamou de “privilégio”, “escândalo” e pediu mais pena.

 

A mídia quis matar Dirceu, Genoino e Delúbio.

 

Genoino precisava de cuidados médicos. Pediu semiaberto. Recebeu não.

 

Passou mal no presídio.

 

Não permitiram que ele se consultasse com um cardiologista.

 

Queriam matar Dirceu, Genoino e Delúbio.

 

Ano de manifestações, ruas cheirando a ódio.

 

A performance de Barbosa quis surfar no ódio, nas bombas, na indignação da classe média.

 

Enfim, Dirceu conseguiu um emprego num hotel e pediu semiaberto.

 

A Globo protestou!

 

Exigia que ele permanecesse preso.

 

Fizeram campanha para que ele não pudesse aceitar o emprego. Protestaram o suposto salário que ele receberia. Até um “ator”, com rolos de revistas Veja amarrados na cintura, arrumaram para forjar “homem-bomba invade hotel e faz refém”. Nos helicópteros da Globo, a repórter dizia: “O terrorista está no 13º andar. Este é o hotel que empregou o mensaleiro José Dirceu”.

 

 

Sem provas, sem crimes comprovados, com desculpas esfarrapadas de ‘literatura jurídica”, “domínio do fato”, delação de gente da baixeza de um Roberto Jefferson, prenderam 3 homens que a justiça declarou inocentes, 15 anos depois de aberta a investigação.

 

Eles renunciaram aos seus mandatos e, mesmo assim, Barbosa, o primeiro juiz ladrão deste golpe, puxou o caso pro seu colo, pra que na última instância, o direito à defesa já começasse prejudicado. Sem ter acusação que valesse apenação, inventou a tese de “formação de quadrilha”. Não aceitava embargos que protestassem contra sua criminosa tese.

 

Sua tese caiu. O “delito” que sobrou do processo garantia semiaberto aos apenados. Barbosa, dono da caneta da sentença, pesou toda a sua mão corrupta e decretou prisão, sem direitos.

 

A Globo apoiou toda a delinquência de Barbosa porque já haviam combinado o “show” de horrores penais.

 

Barbosa escolheu, a dedo, o pior juiz de execução penal que ele poderia escolher. Aplicou multas milionárias que nenhum deles teria condições de pagar.
A Globo inventava irregularidades no presídio, como uso de celulares, para que o direito ao semiaberto nem fosse discutido.

 

Antes de Moro, os EUA já tinham comprado Barbosa.

 

Antes da Lava Jato, o “Mensalão” foi o primeiro lawfare no Brasil.

 

Dirceu, Genoino e Delúbio foram inocentados, porque contra eles nunca houve prova.

 

Genoino saindo daquele sobradinho do BNH, rodeado pelos filhos, sua família simples, mostrava que a justiça importada do Dep. Estado Norte-Americano era imunda, injusta, delinquente, desonesta e perversa.

 

Joaquim Barbosa foi o primeiro juiz lixo de um golpe que começou lá no mensalão. Comprou um apartamento numa offshore do Panama Papers, assim que prendeu os nomes mais fortes do PT.

 

Desde que o PT foi eleito, em 2002, o golpe já enriqueceu muitos juízes e promotores corruptos.

 

Tirou dos melhores políticos desse país, o direito de fazerem política.

 

Deu a política nas mãos de pistoleiros, traficantes, fundamentalistas e genocidas.

 

Lula ainda luta pelo direito de derrubar todos os processos patifes que Dallagnol inventou sobre ele, sua esposa e seus filhos.
Não faltam provas de que Dallagnol é um promotor ladrão. Que a Lava Jato é uma quadrilha. Que a patifaria de Curitiba roubou R$2 bilhões e sumiu com o dinheiro. Não faltam sinais de que o CNJ está acobertando uma organização criminosa.

 

Lula será inocentado.

 

Mas pra fazer justiça no Brasil, pra limpar as instituições brasileiras dos juristas corruptos, inocentar Lula, Dirceu, Genoíno e todos os petistas vítimas de lawfare, não basta.

 

Lawfare é a premeditação de um genocídio.

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