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CRIME ELEITORAL | Além de blitze para impedir nordestinos de votare, diretor-geral da PRF posta pedido de voto em Bolsonaro

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Silvinei Vasques postou um storie no Instagram convocando os seguidores a votarem no candidato do PL

 

O diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, pediu votos para o presidente da República e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) nas redes sociais. Em um post feito no story de sua conta pessoal no Instagram, na noite deste sábado, o policial escreveu “vote 22, Bolsonaro presidente”. O pedido estava acompanhado de uma foto da bandeira do Brasil, mas foi apagado no início da tarde deste domingo.

 

 

Na rede de fotos e vídeos, Vasques já compartilhou com os mais de 41 mil seguidores, algumas vezes, fotos ao lado de Bolsonaro em compromissos oficiais de governo que contaram com a presença da PRF.

 

 

 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, determinou a proibição de qualquer operação do órgão relacionada ao transporte de eleitores neste domingo, quando ocorre o segundo turno das eleições para presidente e ao governo em 12 estados. O ministro também veda a divulgação de resultado de ações da Polícia Federal relacionadas ao processo eleitoral.

 

 

A decisão de Moraes atende a um pedido do deputado federal reeleito Paulo Teixeira (PT-SP), que denunciou à Corte um suposto uso eleitoral da PF e da PRF em benefício da candidatura à reeleição de Jair Bolsonaro.

 

 

Quem é Silvinei Vasques

 

Policial rodoviário federal desde 1995, Silvinei Vasques já foi coordenador-geral de operações, além de exercer atividades de gerência e comando. Foi também superintendente nos estados de Santa Catarina e Rio de Janeiro.

 

 

Antes de ser promovido a diretor, atuou como secretário municipal de segurança pública e de transportes na cidade de São José, em Santa Catarina, entre 2007 e 2008.

 

 

O perfil oficial de Vasques no site do governo federal alega que chefe da PRF é “habilitado para atuar em diversas áreas da segurança, com experiências em grandes operações policiais no Brasil”.

 

 

No histórico do agente, também consta participação em “cursos policiais no Brasil e no exterior, entre eles, o curso da Escola da Swat (Course Swat School – HSS International), no Departamento de Polícia de Orange, na Califórnia (EUA)”.

 

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